É um alcalóide pertencente às classes químicas pirrolidínica e cetónica. Farmacologicamente funciona como inibidor da recaptação de Dopamina e Noradrenalina (NDRI), com efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central e sistema cardiovascular. Tem sido utilizado para o tratamento da fadiga crónica e como anorexígeno, mas causa problemas de abuso e dependência.
[6]
http://www.stompin-gardeners.com/images/mdpv.jpg
Designer drugs são novos fármacos que são sintetizadas para burlar a legislação existente relativa às substâncias controladas e/ou melhorar a actividade farmacológica de fármacos já conhecidos. Geralmente, são feitos mediante a modificação da estrutura molecular das substâncias existentes em diferentes graus. Desde o final dos anos 1990, houve uma enorme explosão de designer drugs a ser vendidas na internet. Entre elas está a Metilenodioxipirovalerona (MDPV), uma substância estimulante quimicamente relacionada com o metilfenidato, a pirovalerona (PV) e a metilenodioximetanfetamina (MDMA).
Foi sintetizado pela primeira vez pela Boehringer Ingelheim e patenteada em 1969 , mas nunca foi comercializado. O MDPV apareceu como droga recreativa em 2005. É geralmente classificado como research chemical, isto é, substância psicoactiva vendida para uso em investigação médica e científica.
1969 Foi sintetizado pela primeira vez pela Boehringer Ingelheim;
2005 MDPV surge como droga recreacional;
2007 Primeira apreensão do MDPV (proveniente da China) como droga recreacional na Alemanha;
2008 Primeira apreensão do MDPV nos Estados Unidos;
2009 MDPV foi produzido ilegalmente na Dinamarca;
2010 MDPV passa a ser uma substância controlada no Reino Unido e Suécia, tornando-se ilegal a sua venda, compra ou posse, sem licença. Surgem as primeiras notícias sobre a comercialização sais de banho contendo MDPV nos EUA;
2011 A posse e venda de MDPV encontra-se proibida nos EUA, Flórida e Louisiana.
Vias de administração
MDPV pode ser tomado por via oral, sublingual, rectal, intravenosa, intramuscular, insuflado e inalado.
Doses:
•Orais - 5 mg
•Insuflado - 3 mg
•Sublingual - 1-2 mg
•Rectal - 1-2 mg
•Intramuscular - 2,5 mg
•Inalado - 1-2 mg
Algumas vias de administração podem ser mais seguras do que outras. Existe um consenso geral de que a administração oral ou sublingual é menos susceptível de conduzir a habituação, e overdose do que a administração por insuflação.
Consumidores afirmam que separar as doses por uma hora ajuda a prevenir a ansiedade e taquicardia. O MDPV perde potência quando é colocado em solução e a dose diária máxima não deve ser superior a 30 mg.
http://www.adsclassifie.com/var/ads_images/normal/208/2088/mephedrone-jwh-018-le-2c-c-dimethocaine-mdpv-hyltramadol-o-desmet-a-vendre-marktgigant1.jpeg
MDPV actua como estimulante e produz efeitos semelhantes aos da cocaína, metilfenidato (MDPV quatro vezes mais potente) e anfetaminas. Os efeitos agudos podem incluir:
Efeitos fisiológicos
Taquicardia, hipertensão arterial, vasoconstrição, insónia, náuseas , bruxismo, aumento da temperatura corporal, calafrios, sudorese, dilatação da pupila, dor de cabeça, dor nos rins, zumbido, tonturas, hiperestimulação, dificuldade em respirar e agitação / hipertonia.
Efeitos psicológicos desejados
Euforia, aumento da atenção e da consciência, maior estado de alerta, aumento da energia e motivação, estimulação mental / aumento da concentração, aumento da sociabilidade, estimulação sexual / afrodisíaco, percepção de diminuição do apetite e sono.
Alguns consumidores relatam que a sensação de euforia surge apenas aquando das primeiras utilizações do MDPV. Com o uso continuado, a euforia diminui rapidamente e deixa de se fazer sentir, embora outros efeitos do MDPV permaneçam.
A natureza obsessiva do uso de MDPV pode resultar na tentativa de reconquistar a euforia inicial da substância, pelo que o consumidor que se satisfaça com uma dose baixa tende a recorrer a doses mais elevadas em busca de maior euforia. Este comportamento é semelhante ao dos consumidores de cocaína (NDRI).
http://radioglobo.globoradio.globo.com/papo-de-botequim/2011/05/16/PAPO-DE-BAMBA-MARTINHO-DA-VILA.htm
http://nanadicas.blogspot.com/2010/02/tonturas-ou-vertigem-podem-ser.html
http://www.logado.info/curiosidades/saiba-tudo-sobre-midriase-pupila-dilatada
Associações com MDPV
As associações com outros estimulantes têm como objectivo neutralizar os efeitos colaterais do MDPV ou evitar overdoses.
Alguns exemplos de associações:
MDPV + propanolol (10-20 mg) - neutralizar o aumento da frequência cardíaca e ansiedade;
MDPV + bloqueador beta + benzodiazepínico - neutralizar ataques de pânico;
MDPV + Eszopiclone - promover o sono;
MDPV + GBL (gama-butirolactona) - neutralizar overdoses leves;
MDPV + GHB (ácido gama-hidroxibutírico) acção afrodisíaca;
MDPV + 5-MeO-MIPT - acção afrodisíaca;
MDPV + 5-MeO-MIPT + metilona - mimetizar os efeitos de MDMA;
MDPV + Zolpidem - produzir alucinações visuais.
Número do CAS: 687603-66-3 (base), 24622-62-6 (sal de cloridrato)
Nome IUPAC: 1 - (benzo[d] [1,3] dioxol-5-il) -2 - (pirrolidin-1-il)-1-pentan-1-ona
Sinónimos: 1 - (3,4-Metilenedioxifenil)-2-pirrolidinilpentan-1-one
Outros nomes: MDPK (Methylene Dioxy Pyrrolidine Ketone)
Fórmula molecular: C16H21NO3
Peso Molecular: 311,80 amu (como cloridrato)
Densidade: 1,169 g/cm3
Ponto de Fusão: 238 - 239 ° C, com decomposição
Solubilidade (cloridrato): solúvel em clorofórmio, metanol, água desionizada
Apesar da sua semelhança estrutural, os efeitos da MDPV têm pouca semelhança com os de outros derivados metilenodioxifenilalquilaminas, tais como 3,4-metilenodioxi- N -metilanfetamina (MDMA), uma vez que produz principalmente efeitos estimulantes, com apenas ligeiras qualidades entactogénicas. Outras drogas com estrutura química similar incluem pirrolidinopropiofenona- (-PPP), 4'-metil--pirrolidinopropiofenona (MPPP) e 3 ', 4'-metilenodioxi pirrolidinopropiofenona- (MDPPP).
MDPV é frequentemente encontrado como um sal solúvel em água. Pode ser convertido para base livre por alcalinização com bicarbonato de sódio ou amónia 10%.
http://www.legalbuzzusa.com/?p=1
MDPV é descrito como sendo um pó branco ou castanho claro, higroscópico, com ligeiro odor, que se degrada rapidamente e altera as suas propriedades quando exposto ao ar. Deve ser armazenado em local seco e recipiente fechado.
Nos primeiros lotes que apareceram no mercado foi identificada uma impureza a pirrolidina - que pode ser responsável pelo odor a terra.
http://www.expatads.com/-4-Free-Classifieds/posts/29-Agriculture-Horticulture/92-Seeds-Fertilizers-Sprays/64771-MDPV-for-sale.html
A melhor via de síntese envolve provavelmente a metodologia das 4 etapas: oxidação-bromação-aminação-alquilação. Uma possível preparação envolve a alquilação de piperonal mediante uma reacção de Grignard utilizando brometo de n-butilmagnésio ou 1-bromobutano e magnésio metálico em éter etílico e em condições anidras usando uma atmosfera inerte como o nitrogénio. A segunda etapa envolveria a oxidação do álcool resultante a cetona, adicionando-o (sem a fase de éter) a uma suspensão de Clorocromato Piridínio em clorofórmio.
Posteriormente e após se ter redissolvido o resíduo em clorofórmio, o terceiro passo consiste na adição de bromo que criará uma halocetona com brometo na posição beta, que actua como o grupo de saída durante a subsequente aminação com pirrolidina no éter (quarto passo), que deverá decorrer durante 12 horas e à temperatura ambiente (20 ° C). Várias lavagens com água fria, mantendo-se a fase etérea, possibilitam a remoção da maior parte da pirrolidina em excesso. Dissolver com etanol absoluto e sal com HCl. Recristalizar a partir de uma mistura de etanol e éter.
[3]
A dopamina é amplamente recapturada, após a sua libertação nos terminais nervosos, por um transportador específico, pertencente à grande família dos transportadores de monoaminas.
A dopamina age tanto pré quanto pós-sinápticamente. Os receptores pré-sinapticos D3 (tipo D2) ocorrem principalmente nos neurónios dopaminérgicos, por exemplo, os existentes no corpo estriado e no sistema límbico, onde agem para inibir a síntese e libertação de dopamina.
Os antagonistas da dopamina, bloqueando estes receptores, aumentam a síntese e libertação da dopamina e causam acúmulo de metabolitos da dopamina nestas partes do cérebro. Eles também causam aumento na taxa de disparos dos neurónios dopaminérgicos, provavelmente pelo bloqueio de uma via de retroalimentação neuronal. Os receptores de dopamina também medeiam vários efeitos na periferia (mediados pelos receptores D1), notavelmente a vasodilatação renal e o aumento da contractilidade miocárdica. [2]
O MDPV, ao actuar como inibidor da recaptação de dopamina e norepinefrina (NDRI), produz efeitos ao nível do sistema simpático do sistema nervoso autónomo e efeitos directos noutros tecidos, como os vasos sanguíneos e o coração.
aeiou.exameinformatica.pt/os-computadores-vao-conseguir-imitar-o-cerebro-humano-em-2019=f1004104
neuroeducacaoemfoco.blogspot.com/2010/11/d-e-tempos-em-tempos-ciencia-saltos-e.html
http://denisfisioepersonaltrainer.blogspot.com/2011/04/doping-genetico.html
Tem sido relatado que MDPV não é detectado através dos habituais testes de detecção de psicotrópicos realizados à urina. No entanto, pode ser detectada através de cromatografia gasosa/espectrometria de massas, facto que poderá vir a permitir a inclusão do MDPV na triagem de drogas estimulantes para a análise anti-doping e para análise de rotina na área de toxicologia forense.
[4]
Um estudo in vitro utilizando microssomas hepáticos humanos demonstrou que o MDPV sofre metabolismo de fase 1 (fígado) pelo CYP450 2D6, 2C19 e COMT em catecol e metilcatecol pirovalerona, espécies que por sua vez sofrem glucoronização ou sulfatação pela uridina 5'difosfoglucuronosiltransferase e sulfotransferase, dando origem a substâncias mais solúveis em água. Tal permite a sua excreção pelos rins ou intestino (facto que pode contribuir para a redução da sua toxicidade), com apenas uma pequena fracção de metabolitos sendo excretada no conteúdo fecal. Nenhuma pirrolidina livre será detectada na urina.
Em termos moleculares, isto é visto como a desmetilação da Metilenodioxipirovalerona (MDPV) pela CYP2D6 (Citocromo P450 2D6), seguida por metilação do anel aromático via COMT (catecol-O-metil transferase). De seguida ocorre a hidroxilação do anel aromático e da cadeia lateral, seguida pela oxidação do anel pirimidina para o correspondente lactâmico, com subsequente separação e abertura do anel para o correspondente ácido carboxílico.
[1]
Dor abdominal: As queixas de dor abdominal por parte de quem consome MDPV são comuns. A dor pode ser ligeira, mas têm também sido relatados casos de dor intensa e vómitos com sangue. Embora a patologia subjacente não seja rigorosamente conhecida, é referido que os bloqueadores H2 podem contribuir para a melhoria dos sintomas, facto que sugere que a gastrite, a esofagite ou úlcera péptica podem ser a causa.
Rabdomiólise e Danos Renais: O termo rabdomiólise refere-se à destruição muscular, com libertação dos seus componentes (ex. proteínas, como a mioglobina) celulares na circulação sanguínea em grandes quantidades. Ao serem filtrados no glomérulo, estes componentes podem levar à disfunção renal.
Embora muitas vezes o reconhecimento/intervenção precoces permitam a recuperação completa do paciente e previnam as complicações, casos mais graves podem resultar em dano renal permanente ou mesmo insuficiência renal com necessidade de recorrer a diálise.
Embora não se encontre comprovado, teorias defendem que a rabdomiólise em consumidores de estimulantes é causada pela desidratação e posterior hidratação vigorosa de preferência por via oral, que é muitas vezes aconselhada.
Desordens de movimento: Sintomas transitórios sugestivos da Doença de Parkinson têm sido relatados durante o uso de MDPV. Até à data não têm sido relatados sintomas parkinsonianos de longo prazo relacionados com uso de MDPV, pelo que esses sintomas parecem ser auto-limitados. No entanto, os danos sub-clínicos dos centros do movimento na substantia nigra que não se manifestam de imediato, não podem ser excluídos.
Alterações cognitivas a longo prazo: alguns relatos sugerem que o MDPV provoca mudanças de longa duração na capacidade cognitiva e na estabilidade emocional.
[2]
http://fundacionproayudaapacientesrenalesytrasplantados.org
http://www.comofazer.org/saude/como-enfrentar-colica-abdominal
http://invasaopatologica2009.blogspot.com/2009/11/doenca-de-huntington.html
Toxicidade
Dependência
A informação disponível relativamente aos efeitos toxicológicos ainda é limitada. No entanto, sabe-se que os efeitos estimulantes e os restantes efeitos secundários decorrentes do uso do MDPV tendem a ser altamente dependentes da dose. O valor de DL50 para o MDPV não é conhecido, embora seja sugerido que uma overdose não fatal pode ser possível em doses relativamente baixas em comparação com outros research chemical estimulantes (ex. mefedrona).
Dopamina é particularmente importante para a neurofarmacologia, porque está envolvida em vários distúrbios comuns da função cerebral, bem como na dependência aos fármacos.
Dependência descreve a condição humana em que o uso de substâncias se torna compulsivo, assumindo precedência sobre outras necessidades, muitas vezes com sérias consequências adversas. É definida como o desejo compulsivo que se desenvolve em decorrência da administração repetida de substância. Ocorre dependência com uma ampla variedade de psicotrópicos, actuando por muitos mecanismos diferentes. A característica comum das substâncias produtoras de dependência é que elas têm acção de reforço positivo (recompensa) associada à activação da via dopaminérgica mesolímbica.
http://biolirios.files.wordpress.com/2008/08/triste-peq.jpg
Em 2010, MDPV chegou aos EUA e foi comercializado sob a falsa forma de "sais de banho", identificados como Ivory Wave, White Lightning, Hurricane Charlie, entre outros. Estes sais estão facilmente disponíveis online e são frequentemente encontrados em lojas da periferia.
http://www.worldofhealth.co.uk/potential-ivory-wave-health-problems
Nações Unidas
MDPV não está previsto na Convenção das Nações Unidas de 1971 sobre Substâncias Psicotrópicas.
EUA
MDPV não é aprovado pelo FDA como medicamento e a sua comercialização como droga ou produto alimentar é ilegal.
Existe um controlo desta substância no Reino Unido, Dinamarca e Suécia.
Embora MDPV não esteja expressamente proibido no desporto, o número de compostos e métodos de doping incluídos no World Anti-Doping Agency (WADA) Prohibited List não é limitado às descritas. Além de exemplos de substâncias expressamente proibidas citado (ex. metilfenidato), ''outras substâncias com estrutura química similar ou efeito biológico similar'' estão incluídos na lista. A lista é revista anualmente e novas substâncias são continuamente adicionados de acordo com o aumento do conhecimento das práticas e das substâncias ilegais de reforço no desporto. A inclusão de MDPV e seus metabolitos na triagem de estimulantes para a análise anti-doping poderia assim ser útil na luta contra o doping.
Potência - quantidade de fármaco (geralmente expressa em miligramas) necessária para produzir um efeito. A potência de um agonista depende de 2 parâmetros: afinidade (tendência de ligação aos receptores) e eficácia (capacidade de desencadear efeito, uma vez ligado). Do ponto de vista experimental, a potência quantifica-se através do EC50 (concentração de agonista para a qual se atinge 50 % da resposta máxima), sendo que quanto menor o seu valor, maior a potência do agonista.
Tolerância - diminuição do efeito farmacológico com a administração repetida da substância
Entactogénicos - agentes químicos que induzem sentimentos de empatia
Anorexígenos - fármacos com a finalidade de induzir a anorexia (aversão ao alimento, falta de apetite), ou seja, são os famosos remédios para emagrecer.
Estimulante - é uma substância que aumenta os níveis de actividades motoras e cognitivas, reforça a vigília, o estado de alerta e a atenção, e, algumas vezes, tem potencial euforizante.
Xenobióticos - (do grego, xenos = estranho) são compostos químicos estranhos a um organismo ou sistema biológico. Pode ser encontrado num organismo, mas não é normalmente produzido ou esperado existir nesse organismo. O termo é também aplicado a substâncias presentes em concentrações muito mais elevadas que o nível normal. Causam dano no organismo por interferirem com processos metabólicos críticos, por causarem dano estrutural nas células ou por provocarem alterações ao nível do material genético celular.
Citocromo P450 2D6 (CYP2D6) - membro do sistema oxidase de função mista citocromo P450, é uma das mais importantes enzimas envolvidas no metabolismo de xenobióticos no organismo. Além disso, várias substâncias são bioactivadas pelo CYP2D6 para formar os seus compostos activos. Uma vez que a CYP2D6 está envolvida na oxidação de uma ampla gama de substratos, existe considerável variabilidade na sua expressão no fígado.
Citocromo P450 2C19 (CYP2C19) - membro do sistema oxidase de função mista citocromo P450, está envolvido no metabolismo de xenobióticos no organismo. Ele está envolvido no metabolismo de vários grupos importantes de fármacos, incluindo muitos inibidores da bomba de protões e anti-epilépticos.
Catecol- O -metiltransferase (COMT) - é uma das várias enzimas que degradam as catecolaminas, como dopamina, epinefrina e norepinefrina. Como a regulação das catecolaminas é prejudicada por uma série de condições médicas, vários fármacos que têm a COMT como alvo, vão alterar a sua actividade e, portanto, a disponibilidade de catecolaminas.
Inibidor da recaptação de dopamina, noradrenalina (NDRI) - substância que age como um inibidor da recaptação destes neurotransmissores (noradrenalina e dopamina), bloqueando a acção do transportador de norepinefrina (NET) e do transportador de dopamina (DAT), respectivamente. Tal leva a um aumento das concentrações extracelulares de norepinefrina e dopamina e, portanto, um aumento da neurotransmissão adrenérgica e dopaminérgica.
[1] F. Botre, A. B. Cadwallader, S. Strano-Rossi, X. Torre. Toxicological determination and in vitro metabolism of the designer drug methylenedioxypyrovalerone (MPDV) by gas chromatography/mass spectrometry and liquid chromatography/quadrupole time-of-flight mass spectromet14;
[2] H.P.Rang, M.M.Dale, J.M.Ritter, R.J.Flower; Rang and Dale Farmacologia, 6ª edição; Elsevier Editora Ltda, 2008;
[3] F. Westphal, T. Junge, P. Rosner, F. Sonnichsen, F. Schuster. Mass and NMR spectroscopic characterization of 3,4-methylenedioxypyrovalerone: a designer drug with alphapyrrolidinophenone structure. Forensic Sci. Int. 2009, 190, 1;
[4] H. H. Maurer. Position of chromatographic techniques in screening for detection of drugs or poisons in clinical and forensic toxicology and/or doping control [review]. Clin. Chem. Lab. Med. 2004, 42, 1310;
[5] Robert S. Hoffman et al; Goldfranks Manual of Toxicologic Emergencies; McGraw-Hill Companies, 2007;
[6] F. Schifano et al; MDPV Report; Psychonaut Web Mapping Research Project, 2010.
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Toxicologia Mecanística no ano lectivo 2010/2011 do Curso de Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto (FFUP). Este trabalho tem a responsabilidade pedagógica e científica do Prof. Doutor Fernando Remião do Laboratório de Toxicologia da FFUP.
Autoria de:
Bruno Macedo 060601217
Mariana Dias 060601109
Tânia Rosa 090601011
Referências