Sejam bem vindos ao site da Primeira Igreja Evangélica e Congregacional de Niterói. Nele você encontrará informações importantes daquilo que está acontecendo nesta Igreja que vive um novo tempo debaixo da graça e do poder do Espírito Santo de Deus. Venha nos fazer uma visita e não se esqueça de trazer a sua família, pois esta igreja é o ambiente perfeito para que vocês vivam na plenitude de Deus em Cristo Jesus.
Peço por favor que continue orando agora mas do que nunca pelo meu Guilherme, no dia 15/02, no Hospital Antonio Pedro recebi a resposta do exame da biópsia que foi refeito por lá, e deu que é um tumor maligno. Me ajudem em oração, não esqueçam de nós, continuem orando pelo meu Gui. Amanhã cedo vamos no Hospital do Inca, com o encaminhamento da médica do Antonio Pedro. Lá iremos saber o que será feito, dou notícias quando chegar. Gabi.
Cremos no poder da oração, dos joelhos que se dobram diante de Jesus. Ele pode curar, operar milagres e fazer maravilhas. cremos nisto, cremos nele.
Pr. José Carlos
Acolher pessoas, fortalecer famílias, discipular salvos, aperfeiçoar servos, preparar líderes, enviar missionários e proclamar o nome de Jesus em todo o mundo.
Ser uma igreja acolhedora, que proporciona um ambiente de cura, que vive o evangelho integral, que prega a Palavra de Deus e que busca o avivamento espiritual.
1. Que há um só Deus - O Pai, o Filho e o Espírito Santo;
2. Que a Bíblia Sagrada, Antigo e Novo Testamento, é a Palavra de Deus infalível e inspirada pelo Espírito Santo;
3. Que o homem nasce com uma natureza corrompida e é, portanto, inclinado para o mal;
4. Que aquele que fica nessa situação até o fim fica perdido eternamente e sem esperança;
5. Que Jesus Cristo é o único caminho entre Deus e o homem e que através da sua expiação, morte e ressurreição, todo aquele que se arrepende de seus pecados e crê nele é justificado, regenerado e salvo do domínio do pecado;
6. Que o Espírito Santo testifica do novo nascimento e também da inteira santificação dos crentes;
7. Que o nosso Senhor Jesus voltará e os mortos em Cristo serão ressuscitados e se realizará o juízo final.
Os 28 Artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo
1° Do testemunho da natureza quanto a existência de Deus Existe um só Deus (Dt 6.4; 1 Co 8.4-6), vivo e pessoal (Ex 3.14; Jr 10.10); suas obras no céu e na terra manifestam, não meramente que existe, mas que possui sabedoria, poder e bondade tão vastos que os homens não os podem compreender (Sl 8.1; Rm 1.19,20); conforme sua soberana e livre vontade governa todas as coisas (Sl 135.6; Rm 9.15,16).
2° Do testemunho da revelação a respeito de Deus e do Homem Ao testemunho das suas obras Deus acrescentou informações (Hb 1.1) a respeito de Si mesmo (Ex 34.5-7), e do que requer dos homens (2 Tm 3.15-17). Essas informações se acham nas Escrituras Sagradas do Velho e do Novo Testamento (*), nas quais possuímos a única regra perfeita para nossa crença sobre o Criador, e preceitos infalíveis para todo o nosso proceder nesta vida (Is 8.19,20; Dt 4.2; Ap 22.18,19; 2 Tm 3.16,17). (*) Os livros apócrifos (ou deuterocanônicos) não são parte da Escritura divinamente inspirada.
3° Da natureza dessa revelação As Escrituras Sagradas foram escritas por homens santos, inspirados por Deus, de maneira que as palavras que escreveram são as palavras de Deus (2 Pe 1.19-21; 2 Tm 3.16). Seu valor é incalculável (Rm 3.1,2; Sl 19.7-11), e devem ser lidas por todos os homens (Is 34.16; Lc 16.29; Jo 5.39).
4º Da natureza de Deus Deus, o soberano proprietário do Universo, é Espirito (Jo 4.24), Eterno (Dt 32.40), Infinito (Jr 23.24), e imutável em sabedoria (Sl 147.5), poder (Gn 17.1), santidade (Sl 143.17), justiça (Dt 32.4), bondade (Mt 19.17) e verdade (Jo 7.28).
5º Da trindade na Unidade Embora seja um grande mistério que existam diversas Pessoas em um só Ente, é verdade que na Divindade há uma distinção de Pessoas, indicada nas Escrituras Sagradas pelos
nomes Pai, Filho e Espirito Santo (Mt 28.19) e pelo uso dos pronomes Eu, Tu e Ele empregados por Elas, mutuamente entre Si (Jo 14.16,17).
6º Da criação do homem Deus, tendo preparado esse mundo para habitação do gênero humano, criou o homem (Gn 1.2-27), constituindo-o de uma alma que é espirito (Ec 12.7; Mt 10.28), e de um corpo composto de matérias terrestres (Gn 2.7). O primeiro homem foi feito à semelhança de Deus (Gn 1.26,27), puro, inteligente e nobre, com memória, afeições e vontade livre, sujeito Àquele que o criou, mas com domínio sobre todas as outras criaturas desse mundo (Gn 1.28).
7º Da queda do homem O homem assim dotado e amado pelo Criador era perfeitamente feliz (Gn 1.31); mas tentado por um espirito rebelde (chamado por Deus Satanás), desobedeceu ao seu Criador (Gn 2.16,17; 3.6); destruiu a harmonia em que estivera com Deus; perdeu a semelhança divina; tornou-se corrupto e miserável; deste modo vieram sobre ele a ruína e a morte (Rm 5.12).
8º Da conseqüência da queda Estas não se limitaram ao primeiro pecador. Seus descendentes herdaram dele a pobreza, a desgraça, a inclinação para o mal e a incapacidade de cumprir bem o que Deus manda (Sl 50.7); por conseqüência todos pecam, todos merecem se condenados, de fato todos morrem (Rm 5.12, 15-19; 1 Co 15.21,22).
9º Da imortalidade da alma A alma humana não acaba quando o corpo morre. Destinada por seu Criador para uma existência perpétua, continua capaz de pensar, desejar, lembrar-se do passado, e gozar a mais perfeita paz e regozijo; e também de temer o futuro, sentir remorso e horror, e sofrer agonias tais que mais quereria acabar do que continuar a existir (Lc 16.19-31;23.43; Mt 25.46); o pecador pela sua rebelião contra o seu Criador merece para sempre esta miséria, que é chamada por Deus a segunda morte (Ap 21.8).
10° Da consciência e do Juízo Final Deus constituiu a consciência juiz na alma do homem (Rm 2.14,15). Deu-lhe mandamentos pelos quais se decidissem todos os casos (Mt 22.36-40); mas reservou para Si o julgamento final, que será em harmonia com seu próprio caráter (Sl 50.6; At 17.30,31). Avisou os homens da pena com que punirá toda injustiça, maldade, falsidade e desobediência ao Seu governo (Gl 3.10); cumprirá Suas ameaças punindo todo pecado com exata proporção à culpa (2 Co 5.10).
11° Da perversidade do homem e do Amor de Deus Deus, vendo a perversidade, a ingratidão e o desprezo com que os homens lhe retribuem Seus benefícios, e o castigo que merecem (Hb 4.13); cheio de misericórdia compadeceu-se deles; jurou que não deseja a morte dos ímpios (Ez 33.11); além disso, amou-os, e mandou declarar-lhes, em palavras humanas, Sua imensa bondade para com eles; e quando os pecadores nem com tais palavras se importavam, Ele lhes deu a maior prova do Seu amor (Jo 3.16; Rm 5.8,9), enviando-lhes um Salvador que os livrasse completamente da ruína e da miséria, da corrupção e condenação, e os restabelecesse para sempre no Seu favor (2 Co 5.18-20).
12° Da origem da Salvação Esta salvação, tão preciosa e digna do Altíssimo (porque esta inteiramente em harmonia com o seu caráter), procede do infinito amor do Pai, que deu Seu Unigênito Filho para salvar os seus inimigos (Jo 3.16-18; 1 Jo 4,9).
13° Do autor da salvação Foi adquirida, porém, pelo Filho, não com ouro, nem com prata, mas com Seu sangue (1 Pe 1.18,19), pois tomou para Si um corpo humano e alma humana (Hb 2.14), preparados pelo Espirito Santo no ventre de uma virgem (Mt 1.20); assim, sendo Deus e continuando a sê-lO, se fez homem (Jo 1.1,14). Nasceu da Virgem Maria, viveu entre os homens (At 10.38), como se conta nos Evangelhos, cumpriu todos os preceitos divinos (Jo 17.4; 1Pe 2.22), e sofreu a morte e a maldição como substituto dos pecadores (Gl 3.13), ressuscitou (Mt 18.5,6) e subiu ao céu (Mc 16.19). Ali intercede pelos seus remidos (Hb 7.25) e para valer-lhes tem todo o poder no céu e na terra (Mt 28.18), É nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (At 5.31), que oferece, de graça, a todo pecador, o pleno proveito da Sua obediência e sofrimento, e o assegura a todos que, crendo nEle, aceitam-nO por seu Salvador (Jo 1.12; 1 Jo 5.12).
14° Da obra do Espírito Santo no pecador O Espírito Santo enviado pelo Pai (Jo 14.16, 26; 15.26) e pelo Filho (Jo 16.7), usando das palavras de Deus (Ef 6.17), convence o pecador dos seus pecados e de sua ruína (Jo 16.8), mostra-lhes a excelência do Salvador (Jo 16.14), move-o a arrepender-se, a aceitar e confiar em Jesus Cristo. Assim produz a grande mudança espiritual chamada nascer de Deus (Jo 1.12,13). O pecador nascido de Deus está desde já perdoado, justificado e salvo; tem a vida eterna e goza das bênçãos da salvação (Gl 3.26; 4.6,7; Rm 8.16,17).
15° Do impenitente Os pecadores que não crerem no Salvador, e não aceitarem a salvação que lhes está oferecida de graça, hão de levar a punição de suas ofensas (Jo 3.36), pelo modo e no lugar destinados para os inimigos de Deus (2 Ts 1.8,9).
16° Da única esperança de salvação Para os que morrem sem aproveitar-se desta salvação, não existe no porvir além da morte um raio de esperança (Jo 8.24; Lc 16.25, 26). Deus não deparou remédio para os que , até o fim da vida neste mundo, perseverarem nos seus pecados. Perdem-se. Jamais terão alívio (Mc 9.42, 43).
17° Da obra do Espírito Santo no crente O Espírito Santo continua a habitar e a operar naqueles que faz nascer de Deus (Jo 14.16,17); esclarece-lhes as mentes mais e mais com as verdades divinas (Jo 16.13), eleva e purifica-lhes as afeições, adiantando neles a semelhança de Jesus (2 Co 3.18); estes frutos do Espírito são provas de que passaram da morte para a vida, e que são de Cristo (Gl 5.22,23; Rm 8.9).
18° Da união do crente com Cristo e do poder para o Seu serviço Aqueles que têm o Espírito de Cristo estão unidos com Cristo (Ef. 5.29,30), e como membros do Seu corpo recebem a capacidade de servi-lO (Jo 15.4-7). Usando esta capacidade procuram viver, e realmente vivem, para a glória de Deus Seu Salvador (1 Co 6.20; 10.31).
19° Da união do Corpo de Cristo A Igreja de Cristo no céu e na terra é uma só (Ef 3.15; 4.4) (*), e compõe-se de todos os sinceros crentes no Redentor (1 Co 12.13), os quais foram escolhidos por Deus, antes de haver mundo (Ef. 1.11) para serem chamados e convertidos nesta vida, e glorificados durante a eternidade (Rm 8.29,30). (*) - Nas Escrituras Sagradas, porém, usa-se deste título muitas vezes no plural As Igrejas (Rm 16.4 e 1 Co 16.19) e aplica-se no singular (Rm 16.5; 1 Ts 1.1; Ap 1.4), a uma associação
de crentes em qualquer cidade como Éfeso, Esmirna ou Rio de Janeiro, congregada no nome do Salvador para conduzir-se de acordo com as regras que Ele deixou às suas Igrejas.
20° Dos deveres dos crentes É de obrigação aos membros de uma igreja local (veja a nota precedente): a) reunirem-se (Mt 18.20; Hb 10.25) para fazerem orações e darem louvores a Deus, estudarem Suas palavras, celebrarem os ritos ordenados por Ele, valerem uns aos outros e promoverem o bem de todos os irmãos; b) receberem (Rm 14.1) entre si, como membros, aqueles que pedem e que parecem verdadeiramente filhos de Deus pela fé. c) excluírem (1 Co 5.3-5; Mt 18.15-17) aqueles que depois mostram, pela desobediência aos preceitos do Salvador, que não são de Cristo; d) procurarem o auxílio e proteção do Espírito Santo em todos os seus passos (Gl 5.16-25; Rm 8.5,16).
21° Da obediêcia dos crente Ainda que os salvos não obtenham a sua salvação pela sua obediência a lei senão pelos merecimentos de Jesus Cristo (Ef 2.8,9), recebem a lei e todos os preceitos de Deus como um meio pelo qual Ele lhes manifesta Sua vontade sobre o procedimento dos remidos (Jo 14.15; 1 Jo 5.2,3) e guardam-nos tanto mais cuidadosa e gratamente por se acharem salvos de graça (Tt 3.4-8) (*). (*) O tributar culto a qualquer criatura, quer seja homem, anjo, cruz, livro ou imagem ou a Deus por meio deles, opõe-se inteiramente a estes preceitos e a todo o gênio do verdadeiro Cristianismo (Ex 20.3-5; Cl 2.18,19).
22° Do sacerdócio dos crentes e dos dons do Espírito Todos os crentes sinceros são sacerdotes para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo (1 Pe 2.5-9; Rm 12.1), que é o Mestre (Mt 23.8-10), Pontífice (Hb 3.1), e única Cabeça da sua Igreja (Ef 1.22); mas, como Governador da sua Casa (Hb 3.6) estabeleceu nela diversos cargos (1 Co 12.28), como de Pastor (Ef 4.11), Presbítero (1 Tm 3.1-7), Diácono (1 Tm 3.8-13) e Evangelista; para eles escolhe e habilita, com talentos próprios, aos que Ele quer para cumprirem os deveres destes ofícios (Ef 4.12,13; 1 Pe 5.1), e quando existem devem ser reconhecidos pela Igreja como preparados e dados por Deus (1 Ts 5.12,13; Fp 2.29).
23° Da relação de Deus para com Seu povo O Altíssimo Deus responde as orações (Mt 18.19) que, com fé , em nome de Jesus, o único Mediador (1 Tm 2.5) entre Deus e os homens, lhes são apresentadas pelos crentes, aceita seus louvores (Cl 3.16,17) e reconhece como feito a Ele, todo o bem feito aos Seus (Mt 25.40-45).
24° Da lei cerimonial e dos ritos critãos Os ritos judaicos, divinamente instituídos pelo ministério de Moisés, eram sombras de bens vindouros e cessaram quando os mesmos bens vieram (Hb 10.1; Cl 2.16,17); os ritos cristãos são somente dois: o Batismo com água (Mt 28.19; At 10.47,48) e a Ceia do Senhor (Mt 26.26-28;. 1 Co 11.23-29).
25° Do Batismo com água O Batismo com água foi ordenado por Nosso Senhor Jesus Cristo como figura do Batismo verdadeiro e eficaz, feito pelo Salvador quando envia o Espírito Santo para regenerar o pecador (Mt 3.11; 1 Co 12.13). Pela recepção do Batismo com água a pessoa declara que aceita os termos do pacto em que Deus assegura aos crentes as bênçãos da Salvação (At 2.41; 8.12).
26° Da Ceia do Senhor Na Ceia do Senhor, como foi instituída pelo Nosso Senhor Jesus Cristo, o pão e o vinho representam vivamente ao coração do crente o corpo que foi morto e o sangue que foi derramado no Calvário (1 Co 10.16) (*); e participar do pão e do vinho representa o fato que a alma recebeu seu Salvador. O crente faz isso em memória do Senhor, mas é da sua obrigação examinar-se primeiro fielmente quanto à sua fé, seu amor e seu procedimento (1 Co 11.28,29). (*) a idéia de que o pão e o vinho tornam-se em Deus e devem ser adorados opõe-se aos sentidos, à razão e às Escrituras Sagradas. Adorá-los é idolatria.
27° Da Segunda Vida do Senhor Nosso Senhor Jesus Cristo virá do céu como homem (At 1.11), em Sua própria glória (Mt 25.31) e na glória de Seu Pai (Mt 16.27), com todos os Santos e Anjos (Zc 14.5; Mt 25.31); assentar-se-á no trono da Sua glória e julgará todas as nações.
28° Da resureição para a vida ou para a condenação Vem a hora em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e ressuscitarão (Jo 5.25-29), os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (1 Co 15.22,23; 1 Ts 4.13-16); os crentes que nesse tempo estiveram vivos serão mudados (1 Co 15.51,52), e sendo arrebatados estarão para sempre com o Senhor (1 Ts 4.17); os outros também ressuscitarão, mas para a condenação (Jo 5.29).
A PRESENÇA EVANGÉLICA EM NITERÓI
A instalação e organização
Os que passam hoje pela rua Visconde do Rio Branco, defronte ao nº 309 e ouvem os sons
suaves que escapam do interior da igreja, em geral não sabem que, nos seus primeiros tempos, por ocasião de sua instalação em Niterói, aconteceram cenas dignas de figurar como exemplo de intolerância religiosa.
Só não houve mortes, felizmente.
É o que narramos aqui, mostrando mais uma vez que todo começo é difícil, sobretudo no campo espiritual, e que só a fé, a coragem e a obstinação aliadas à renúncia, conseguem vencer. Foi a lição que o casal Kalley legou aos pósteros, seguidores ou não de sua fé.
Os Kalley chegaram ao Rio de Janeiro em 1855, vindos dos Estados Unidos da América, com o
objetivo de tornar conhecida de nossa gente a salvação eterna pelos ensinamentos bíblicos.
Encontrando uma população em grande parte devotada ao feiticismo e a idolatria, Roberto Reid Kalley (1809-1888), escocês, médico pela Universidade de Glasgow, e ministro do Evangelho, aprovado em Londres, compositor e professor, e, sua mulher, Sara Poulton Kalley (1825-1907), evangelizadora e pintora, decidiram, sem desfalecimento, dar inicio a gigantesca obra a que se propuseram.
Tinham a vantagem sobre outros missionários aqui aportados, de já falarem nossa língua.
Haviam-na aprendido na ilha da Madeira, em missão semelhante. De-pois, tiveram de deixar a ilha, juntamente com as centenas de crentes que de lá saíram entre 1846 e 1848, dada a forte perseguição sofrida, para instalarem-se no Estado de Ilinóis, onde a Constituição americana lhes garantia liberdade de culto e de consciência.
Em solo americano continuaram a trabalhar em meio a seu rebanho madeirense quando, em 1853, foram convidados por carta a vir para o Brasil, a fim de difundirem o Evangelho na Corte e nos arrabaldes.
Muito antes estivera aqui o sacerdote metodista Daniel Parish Kidder (1815-1891), que teve sua obra continuada pelo reverendo presbiteriano James Cooley Fletcher (1823-1901). Este último, havia solicitado á Sociedade Bíblica Americana em Nova Iorque, o envio de dois ou três madeirenses, para ampliação de suas ati-vidades. Houve troca de correspondência durante todo o ano de 1854, até que, em novembro, Kalley aceitou vir, sem, contudo subordinar-se aos métodos adotados por Fletcher e pela Sociedade Bíblica.
Antes de empreenderem a viagem para o Brasil, voltaram à Inglaterra, mas em abril de 1855
deixaram Southamp¬ton, rumo á Guanabara. Do Hotel Pharox pas-saram logo ao dos Estrangeiros, no Catete. Mas, reinando uma epidemia de cólera na cidade (que em julho daquele ano aqui ceifou mais de 4.000 vidas) e já enfren-tando as primeiras dificuldades e também para se ambientarem ao meio, hospedaram-se no Hotel Oriental, em Petrópolis, em fins de junho, dificilmente poderiam, como
hóspedes de hotel, iniciar suas atividades de médico e missionários e al-guns meses decorridos alugaram, no Quarteirão Suíço, o "Gernheim" (Lar amado), na atual rua Benjamim Constant.
Ali começaram a praticar o culto diário, mas já em agosto haviam inaugurado em outro local,
a primeira Escola Dominical, para a instrução bíblica de crianças.
Entrementes, a cólera dizimava o interior da província, Paraíba do Sul e Pe-trópolis pagavam
elevado tributo. Nesta última, foi instalada uma enfermaria para coléricos, autorizada pelo Dr. Melo Franco, vice-presidente da Província e sob a orientação médica do Dr. José Tomás da Porciúncula.
Kalley, sentindo a calamidade, ofereceu e logo foram aceitos os seus serviços médicos à Comissão Sanitária do Município de Estrela, em favor da pobreza.
Na Escola Dominical aumentavam os alunos, notadamente filhos de colonos alemães.
Amainada a epidemia em toda a região, Kalley pôde, em companhia de al-guns recémchegados
refugiados madeirenses, começar sua obra no Rio de Janeiro, alugando "casa para morar e dar culto a Deus", na antiga rua da Boa Vista, hoje Conselheiro Zacarias, n.º 45, no morro da Saúde, e onde foi celebrado o primeiro ofício, em agosto de 1856, estavam presentes dez pessoas.
O local fora mal escolhido, pois incomodava a vizinhança, que se queixava. As aulas de
catecismo só recomeçaram na rua do Propósito, n0 52, bem próximo, nu-ma sala de frente de um colégio inglês, de William Pitt e William R. Esher, que aí funcionava.
Os Kalley, em Petrópolis, progrediam em sua missão, e até mesmo adultos eram batizados. As classes dominicais eram dirigidas pela Sra. Kalley, à tarde.
Para auxiliar na tarefa, os Kalley importavam Bíblias, de Londres, traduzidas para o
vernáculo, a partir da Vulgata pelo Pe. Antônio Pereira de Figueiredo, vendidas no Rio de Janeiro e em Petrópolis a baixo preço. Logo a imprensa carioca tomou conhecimento, alertando o bispo diocesano, D. Manuel do Monte Rodrigues de Araújo, Conde de Irajá.
O Correio Mercantil de 16/12/1857 divulgou carta anônima apontando o fato e em março de
1858, ano de grave epidemia de febre amarela, a mencionada folha e a Tribuna Catholica, órgão do Instituto Episcopal Religioso, publicaram veemente artigo contra as tais "Bíblias inglesas". Era apenas o início de uma perseguição sem tréguas.
Chegou o ano de 1859, que encontrou Dr. Kalley muito ocupado com seus enfermos em Petrópolis. Entretanto, seus adversários, procurando prejudicar as a-tividades religiosas do casal, decidiram atacá-lo por outro flanco, proibindo-lhe o exercício da Medicina. Em maio desse ano o subdelegado de polícia em Petrópolis, Ricardo Narciso da Fonseca, entre¬gou-Ihe a intimação, apesar
de já ter exibido o seu diploma europeu na Delegacia Policial, na véspera. Deixou então de atender a seus doentes, mas continuou a pregação religiosa.
De fato, o Núncio Apostólico, Monsenhor Mariano Palcinelli Antoniacci, através do Governo Imperial, conseguiu que o Presidente da Província, Dr. Inácio Francisco Silveira da Mota, cerceasse as atividades de Kalley. Este, como quisesse continuar a exercer a clínica, teve de submeter-se ao imprescindível exame de habilitação na Escola de Medicina, no Rio de Janeiro: em meados de agosto do mesmo ano apre-sentou-se para as provas na Santa Casa de Misericórdia e a 29 do mês defendeu tese,
ficando habilitado a exercer legalmente a profissão de médico no Império do Brasil, daí em diante.
Em fevereiro de 1860, residindo ainda em Petrópolis, adoeceu gravemente. Chegando a notícia aos ouvidos do imperador, este foi visitá-lo; seu estado era tal, porém, que não pode receber o monarca, que repetiu a visita em 6 de março, quando permaneceu quase duas horas ao lado do leito de Kalley. Com isso cessariam as perseguições na cidade serrana.
Mais ou menos na mesma época, obteve no Rio de Janeiro, de três jurisconsultos de nomeada
reputação - Drs. José Tomás Nabuco de Araújo, Urbano Sabino Pessoa de Melo e Caetano Alberto Soares - pareceres favoráveis quanto às liberdades de culto e de consciência no país, previstas em nossa Carta Magna. Munido desses documentos o casal Kalley recomeçou com mais fervor suas atividades evangelizadoras.
De fato, dizia a Constituição do Império, em seu Art. 15: "A religião católica e apostólica
romana continuará a ser a religião do Império. Todas as outras religiões serão per¬mitidas com seu culto doméstico ou particular, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de templo".
E, no Art. 179, § 5º, estabelece: 'Ninguém pode ser perseguido por motivo de religião, uma vez que respeite a do Estado e não ofenda a moral pública." Também o Código Penal, em seus artigos n.º 276 e 278, trata do assunto. No Rio de Janeiro seus auxiliares prosseguiam na obra, abrindo um local de pregação na rua da América; foi, porém, atacado por desconhecidos em 19 de ou-tubro de 1860,
resultando em detenção de numerosos crentes, logo libertados por ordem do Chefe de Polícia, Dr.
Espiridião Elói de Barros Pimentel, com exceção de quatro, que permaneceram presos. Pregando, orando e cantando, acabaram tam-bém sendo soltos.
Enquanto isso o casal Kalley, em Petrópolis, transferiu-se de "Gernheim" para o "Eyrie",
casa na antiga rua de Joinville (depois avenida Ipiranga), n.º 1.
Em 1861, mandaram imprimir o primeiro hinário evangélico brasileiro PSALMOS E HYMNOS PARA O USO DAQUELES QUE AMAO A NOSSO SENHOR JESUS CHRISTO , na Tipografia Universal na rua dos inválidos.
61-B. Rio de Janeiro.
Em 1862 começaram a estender os trabalhos de evangelização em Niterói, isso por que já
residiam parentes de crentes da Corte, tendo sido até celebrados casamentos em suas casas. Mas, já em agosto de 1859, o holandês João Mackeestrom aderira á Igreja Evangélica Fluminense, e Isabel Tans fora recebida no ano seguinte, e depois, houve vários batismos de adultos, todos de Niterói. Havia tam-bém um francês, André Cayret, casado com a brasileira D. Rita da Gama, proprietários de uma casa
de negócios em Niterói. Aproximando-se da Igreja, Cayret não somente concordou em guardar os domingos, não mais abrindo sua loja nesses di-as, como, também, ofereceu sua residência, na rua da Conceição, nº 93, para nela receber os crentes, até que se conseguisse local mais apropriado.
Em 8 de outubro de 1863, Kalley foi a Niterói, em visita a um dos membros da sua Igreja, e
dirigiram uma reunião espiritual. Formou-se logo um ajuntamento defronte ao prédio e aos brados de 'Bíblia! Bíblia!" interrompendo-se o culto. Prevendo novos problemas o Dr. Kalley obteve do Governo Imperial o reconhecimento de sua condição de ministro do Evangelho, em fins de 1863, ficando, desse modo, autorizado a celebrar casamentos entre cristãos de várias nações, que o elegessem para seu pastor e se reunissem para render culto a Deus, cantando seus louvores, em língua portuguesa.
Talvez fosse esse o principal motivo da perseguição de que foi vítima: o idio-ma. Afinal, a Igreja Episcopal Britânica, fundada em 1820, sediada na rua dos Barbonos (atual Evaristo da Veiga) e a Igreja Evangélica Alemã na rua dos Inválidos, n.º 61, antiga também, ambas no Rio de Janeiro, não enfrentavam problemas tão graves; mas suas atividades eram processadas nos idiomas respectivos e restringiam-se a pessoas dessas nacionalidades.
No Rio de Janeiro a sede da Igreja Evangélica Fluminen¬se passou a ser na travessa das
Partilhas, atual rua Costa Ferreira, no Centro e, pouco depois, na la-deira do Barroso. Em julho de 1864 os Kalley saíram de Petrópolis e mudaram-se para lá. A esse tempo crescia cada vez mais o número de crentes em Niterói e cogitava-se de um prédio maior para o culto. Residindo no Rio de Janeiro, tornava-se fácil para os Kalley visitar Niterói com regularidade. Nesta cidade, em 11 de agosto diri-giram nova reunião, a qual compareceram umas cinqüenta pessoas, muitas do lugar, entre as quais o Tenente Coronel, Augusto Francisco Caldas, presidente da Câmara Municipal.
As sessões foram-se repetindo, sempre com boa freqüência e às quintas-feiras.
Em 20 de outubro, muitos crentes seguiram para Niterói, onde foram recebidos pelos da cidade
em casa do casal Cayret. Kalley dirigiu o culto e estiveram presentes cerca de quarenta pessoas,
inclusive um subdelegado de polícia. Uma semana depois, novo culto no sobrado dos Cayret, na rua da Conceição, quando em meio à prédica penetraram no salão vários rapazes, fazendo algazarra e zombaria.
Procurando evitar a repetição do fato, Kalley procurou dias depois o Chefe de Polícia, Dr.
João Ladislau JapiAssu de Figueiredo e Melo, em seu gabinete de trabalho, na rua da Praia (atual Visconde do Rio Branco, n.º 309), expondolhe o acontecido e pedindo providências. Mas em 3 de novembro, nova assuada, com assobios, gritarias e pedras ati-radas para dentro da casa, interrompendo o culto. Ao sair, Kalley foi atacado, rece-bendo pancada na cabeça, sem que um policial que se achava perto se preocupasse em protegê-lo.
Novo pedido de providências ao Chefe de Polícia, uma vez que o missionário fora informado que tudo se repetiria na semana seguinte.
Quando no dia 7 de novembro um vendedor de livros religiosos de sua igreja foi insultado em
Niterói, Kalley pediu audiência ao Presidente da Província, Dr. Bernardo de Sousa Franco, no sentido de se dar cobro a esse tipo mesquinho de oposição que vinha sofrendo e ao mesmo tempo do descaso da autoridade policial. Recebido pelo Dr. Sousa Franco, empossado no cargo há apenas quatro dias, este pareceu compreender as alegações do sacerdote, que saiu convencido de estar livre de novos aborrecimentos. Por via das dúvidas tornou a Niterói dois dias depois e foi ter com o Chefe de
Polícia, que declarou ter conferenciado com Sousa Franco, e o tranqüilizou, afirmando que não haveria o menor incômodo no futuro.
Mas assim não aconteceu. A reunião do dia 10 foi, como as anteriores, na re-sidência dos Cayret. Foi logo notada, entre os fiéis, a presença de dois moços, bem trajados, que nada mais eram do que os cabeças dos motins. Encontrava-se Kalley em meio à cerimônia, quando começaram a espocar foguetes na rua e uma voz dentro da sala gritou que faria cessar aquele negócio à força de pau".
Kalley fez soar seu apito de socorro, e seguiu-se grande confusão, mas o ofício prosseguiu.
Terminado o culto, à porta de entrada um ins¬petor de polícia determinou a alguns subordinados que acompanhassem os crentes até a estação das barcas. Seguiram escoltados, tendo atrás de si umas trezentas pessoas sol¬tando foguetes, gritando insultos e ameaças de morte. A custo, conseguiram chegar a bordo.
Nova entrevista com o presidente Sousa Franco, que pareceu surpreso ao tomar conhecimento
dos detalhes, mas solicitou a Kalley apresentar-se em seu ga-binete na véspera da próxima reunião.
Em 16 de novembro, o Jornal do Commercio comentou o fato e o Provinciano (jornal
niteroiense, de Francisco Rodrigues de Miranda, impresso na rua S. João, 3-A) concluiu seu artigo a respeito com essa frase: "É covardia desacatar-se um estrangeiro inofensivo."
Note-se que nessa época ainda rolava a Questão Christie, e nosso país estava de relações cortadas com a Grã-Bretanha, de modo que os Kalley não podiam esperar auxilio diplomático inglês.
Sabe-se que Kalley procurou Sousa Franco também a 16 de novembro, como combinado, dessa vez em companhia da esposa. Foram muito bem recebidos e logo Sousa Franco pediu-lhe que não admitisse elemento estranho a sala do culto, e que doravante teria à porta uma patrulha policial a protegê-los. Foi uma entrevista demorada e cordial.
Logo a seguir, Kalley enviou a Sousa Franco uma carta, redigida em inglês, através de um
portador, que recebeu a incumbência de esperar a resposta com o seguinte teor:
A Suas Ex.as. os Srs.. Deputados da Assembléia Legislativa Provin-cial - Rio de Janeiro, Rua de S.
Lourenço, 25 de Novembro de 1864.
Excelentíssimos Senhores,
É desagradável a todo o particular ser objeto de indagações públicas, quanto à sua nacionalidade, profissão e religião. Vendo, porém, pelos jornais públicos, que isto tem acontecido, a meu respeito, em vossa honrada assembléia, julgo a propósito oferecer-vos uma breve resposta. "Sou súdito de Sua Majestade Britânica: sou médico formado na Universidade de Glas-gow; fiz exame na Escola-Médica da Corte (Rio de janeiro) e fui plenamente aprovado, e sou membro honorário de vários institutos médicos de Londres e de Edinburgh. "Consta-me que se tem afirmado que sou um dos agentes da Sociedade Bíblica de Londres, que tem por objeto a distribuição das Escrituras Sagradas, em todas as línguas do mundo, a um preço tão baixo, que as põe ao alcance de todos os que sabem ler.
Crendo, como eu creio, que o temor de Deus e o conhecimento da sua vontade são o alicerce da honra e da estabilidade de toda a nação tenho em muito apreço os trabalhos daquela sociedade, porém não tenho relação alguma com ela; não sou nem nunca fui missionário de qualquer indivíduo ou associação de indivíduos de qualquer nação. A minha fortuna particular é tão suficiente para os meus misteres, que eu jamais consentiria em servir qualquer pessoa ou sociedade, sob remuneração alguma que me pudessem oferecer. Tem-se feito questão também da minha religião. Por muitos a-nos, tinha toda a religião por fábula e mentira e, portanto, a desprezava. Desde o tempo, porém, que, pela bondade de Deus, fui levado a examinar e a ficar satisfeito com as provas da autenticidade da Revelação de Deus e a ser convencido do seu grande amor por mim, pecador. O meu desejo agora é que outros o amem também.
Há mais de vinte anos fui aprovado em Londres, como ministro com-petente do Evangelho de Cristo; e, durante a minha residência no Rio de janeiro, tenho sido eleito ministro de cristãos de varias nações, que se ajun-tam para dar culto a Deus e cantar seus louvores, no idioma português. Doze artigos da crença que professamos acham-se transcritos na folha se-guinte.
No dia 23 de Outubro de 1863, fui reconhecido pelo Governo Imperial como ministro desses cristãos e, portanto, autorizado a celebrar casamen-tos entre eles, como foi anunciado pelos jornais poucos dias depois.
Tenho a honra de ser,
Vosso criado,
Robert R. Kalley"
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PEQUENO HISTÓRICO DO MINISTÉRIO RECORDARE
No ano de 2004 um grupo de irmãos se reunia, espontaneamente, após a EBD, e começava a cantar, acompanhado apenas por um violão, alguns cânticos das décadas de 1960, 1970, que variavam entre cânticos (que na época se costumava chamá-los de corinhos) e outras composições de Conjuntos tais como Vencedores por Cristo (fundado em 1968 pelo Pr. Jaime Kemp), Grupo Som Maior, Grupo Elo (grupo este que após a morte do Jayrinho e sua esposa, deixou de existir e surgiu para preencher esta lacuna o Grupo Logos, sob a direção do Pr. Paulo Cezar da Silva).
A sua estréia cantando durante um culto foi no dia 14 de novembro de 2004, quando era comum denominá-lo grupo recordar é viver. Mais tarde é que veio o nome oficial RECORDARE (do latim recordar).
O irmão Rogerio Cardoso fez no computador uma logomarca que permanece até os dias atuais.
Adotamos também um moto, que é o VS.21 do livro de Lamentações de Jeremias cap.3: Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.
Componentes fundadores: Elias Pimenta Filho, Geni Soares Pimenta, Izaurinha Lima Lessa, Josias Lessa, Rogerio Cardoso, Márcia Valéria Borges, Mônica Borges, Olga Maria Ferreira e Sonálly da Conceição.
Um tempo depois, com a saída da irmã Sonálly, por motivos particulares, a irmã Kátia Lima passou também a fazer parte do RECORDARE.
A base no início era principalmente violão e vocal. Depois passou a nos ajudar fazendo o acompanhamento do repertório do Grupo na bateria, o jovem (ainda adolescente na época) Esdras Beline. Depois veio a deixar o RECORDARE por motivos de estudos. A irmã Mônica Borges doou microfones ao Grupo RECORDARE, que são os mesmos que estão atualmente em uso.
Formação atual: após o ano de 2006, com a saída de Márcia Borges e Mônica Borges, por motivos particulares, e um pouco mais adiante com a adesão do irmão Julio Cesar ao grupo, tocando bateria e dando apoio na operação de som e fazendo trabalhos em computador (artes e vídeo) temos a seguinte formação:
Sopranos: Izaurinha e Kátia
Contraltos: Olga e Geni
Tenores: Josias e Elias
Baixo: Rogerio Cardoso
Violão: Elias
Bateria e Som: Julio Cesar
Estamos completando 7 anos de existência graças ao nosso bom Deus, que é o motivo do nosso louvor e da nossa adoração.
Já cantamos em várias Igrejas de várias denominações. Eventos diversos incluindo alguns promovidos pelo Desperta Débora, ministério em que esta igreja já está agora engajada.
Procuramos priorizar o evangelismo, tendo como ferramenta a música, onde o agir do Espírito Santo levou pessoas a se decidirem por Cristo, outros a se reconciliar com Cristo, ao ouvir louvores da época em que era um cristão mas circunstâncias diversas o levaram a se desviar dos caminhos do Senhor.
Enfim, louvamos a Deus, e afirmamos que Dele, por meio Dele e para Ele são todas as coisas. A Ele seja a glória para sempre. AMÉM.