o Cuidar para que no processo do parto os protagonistas principais sejam o bebê, a mãe e o pai.
o Respeitar as condições éticas e ideológicas decididas previamente pela mulher.
o Partindo-se de uma situação de saúde e equilíbrio psicoemocional da mulher e seu companheiro, deve-se garantir o respeito a cada processo e ritmo individuais da gravidez e do parto.
o No caso da necessidade de utilizar ajuda terapêutica, utilizar-se-á de preferência métodos brandos e menos agressivos.
o O bebê será tratado durante todo o processo com o máximo respeito, já que é um indivíduo consciente, sensível com identidade própria.
o Não realizar-se-á manipulações intervencionistas sistemáticas e desnecessárias nem à mulher nem ao bebê.
o Consideraremos o acompanhamento do parto em casa de um modo consciente e responsável, por meio de um trabalho em conjunto e uma preparação prévia entre os interessados e as enfermeiras obstetras.
o Será recomendável uma atitude autocrítica e de revisão científica contínua e construtiva por parte das profissionais.
o A amamentação será apoiada e promovida como método para garantir a saúde e bem estar do bebê
o Consideramos a maternidade como uma condição tanto individual como social, portanto necessitando de apoio cultural, econômico e político.