COORDENAÇÃO
Prof. Alex Blanch. PUC Chile
Prof. Dr. Christian Hausser. Universidade de Talca, Chile
Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques. UFRJ, Brasil
Profa. Dra. Sandra Korman. PUC Rio de Janeiro, Brasil
Aspectos
A Questão
Contexto
A América Latina é a região mais desigual do mundo, por isto entendê-la e solucionar seus desafios é avançar a construção em seu território de um marco teórico e um marco social próprios, que nos permitam agir de maneira compartilhada na diferença, para que assumamos o protagonismo que é a força da cultura luso-Ãbero-americana.
A AL e no Caribe têm sido construÃdos sob a orientação de um território mental (1) (Ouriques) referenciado pelos conceitos Civilização, Progresso, Desenvolvimento e Crescimento, não nascidos aqui, e que têm como resultado as consequências tangÃveis e já mensuradas continuamente que conhecemos.
Sabemos também que novas possibilidades históricas estão se beneficiando do vento forte e experiente soprado por antigas e lúcidas visões de futuro para a América Latina e o Caribe, visões que agora estão sendo retomadas e renovadas em muitas dimensões, enquanto ainda se debate, insististindo, à direita e à esquerda, o modelo mental desenvolvimentista, a origem da questão.
Como diz Bernardo Kliksberg, assessor do PNUD-Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, "há progressos em toda a América Latina, mas é preciso redobrar os esforços. Ainda há 190 milhões de pobres nessa região tão rica potencialmente. Mais de um em cada três latinoamericanos carecem do essencial" (2).
A mesmo tempo, dizemos nós, esta situação só é possÃvel pois a outra parte da sociedade é carente de outras coisas, de sensibilidade, de cidadania, de de empatia, solidariedade, de responsabilidade em relação à s novas gerações das quais estão tomando emprestado, equÃvoco grave que se aguça neste milênio com a insustentabilidade, o que demanda uma outra perspectiva para a Comunicação, as PolÃticas Públicas, as Redes e os Empreendimentos.
Prof. José Marques de Melo, há 40 anos no centro da institucionalização do campo brasileiro e ibero-americano, em especial, re-afirma a urgência de que passemos de uma sociedade da informação, portanto do convencimento do outro (3), da sedução, para a sociedade do conhecimento, digo eu, para a cultura de comunicação no sentido do Prof. Marcio Tavares d'Amaral, ou seja, de uma cultura do diálogo e não da redução da complexidade do real à monetarização e a consequente devastadora fogueiras de vaidades na qual a palavra não tem correspondido ao ato, sujando a ficha dos sujeitos.
Este Simpósio é assim um território em movimento para as lideranças acadêmicas e sociais que tenham como foco alternativas ao “desenvolvimento”, de maneira a que a América Latina e o Caribe, a partir do envolvimento com seu pensamento crÃtico e seu marco cultural, possam aprofundar a construção de PolÃticas Públicas, Redes e Empreeendimentos sustentáveis e, por isso, democráticos.
Queremos, juntos, no Simpósio, escutar, re-conhecer, aprender, homenagear, fortalecer e celebrar experiências bem sucedidas e/ou emergentes neste sentido, em um processo compartilhado com uma platéia viva e plena da vontade de interagir nesta experiência, pois movida pelo mesmo espÃrito.
Estamos conscientes de que apenas as experiências de fato sustentáveis e democráticas já permitiram, permitem e permitirão mais Justiça Social e mais Equidade Econômica na América Latina e no Caribe.
E estamos também conscientes, e em estado de atenção, de que para que isto aconteça, e os principÃos tradicionais dos Direitos Humanos então vigorem de uma maneira mais simétrica e crescente, é decisivo que se responda aos imperativos da Segurança Ambiental, vale dizer da Sustentabilidade.
Claro, sabemos que a Sustentabilidade exige um novo marco epistemológico e teórico para todas as disciplinas do conhecimento: o que está em questão é o dualismo com o qual se entende Cultura e Natureza e a comunicação entre estas realidades, milenarmente partidas em um conceito de Civilização que nos trouxe, em alguns aspectos decisivos, a uma barbárie tecnológica, e, em outros, a maior oportunidade que já tivemos.
É preciso pois que mudemos de fato e de forma profunda a nossa mentalidade, nosso território mental: escutar então nossas próprias agendas, nossos próprios marcos teóricos, nossa(o)s vizinha(o)s, nossa(o)s irmã(o)s e nossa(o)s parceira(o)s da AL e do Caribe.
Bem como aqueles de outros continentes empenhados, aqui e lá, na percepção do que representa para o mundo a contribuição dos latino-americanos e dos caribenhos, a riqueza da complexidade cultural que é a luso-Ãbero-americanidade.
Esta identidade que nos faz singular, sua garantia de fazer Diferença no mundo.
Neste momento em que a Comunicação, a Informação e as Redes permitem -potencialmente- uma participação cidadã como jamais disponÃvel, tudo depende do design mental que in-forme os conteúdos que circulam por estas tecnologias sociais, pois elas permitem tanto os totalitarismos quanto, de forma única até aqui, a liberdade com vinculação social.
É a maneira como entendemos os acontecimentos que determina os nossos posicionamentos e escolhas. Daà a importância capital da formação dos professores e dos profissionais de MÃdia e de Comunicação.
De acordo com o segundo Relatório da CEPAL-Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (3), por exemplo, os fluxos de investimento estrangeiro direto-IED na América Latina e no Caribe deverão ter, este ano de 2010, um aumento entre 40% e 50%, após a retração no final de 2009.
No entanto, o mesmo relatório afirma que a maioria destes IED são destinados à manufatura e continuam concentrados em atividades de intensidade tecnológica baixa e médio-baixa, enquanto os fluxos destinados a setores de alta tecnologia e projetos de pesquisa e desenvolvimento continuam escassos.
E é importante lembrar que parte significativa desta transferência de tecnologias é de alto impacto ambiental. Ou seja, mais de duas décadas depois que as sociedades da América Latina e do Caribe abriram-se aos fluxos de investimento estrangeiro direto, “a região continua com dificuldades para atrair investimentos de alta tecnologia e, assim, se inserir nos elos de maior valor agregado das cadeias globais de produção” (4).
Por isto convidamos os indivÃduos que agem em redes, movimentos, organizações e empresas e que entendem que precisamos, com urgência, fundar e aprofundar um novo pacto entre o que chamamos de Cultura com o que chamamos de Natureza, esta imensamente presente na AL e no Caribe.
As contradições da mentalidade capitalista estão não apenas nas relações de produção mas nas próprias forças produtivas, articuladas em um pacto insustentável.
Este Simpósio faz parte do movimento crescente de construção de experiências e de modelos concretos de re-alinhamento sustentável e democrático da Teoria, dos valores e das práticas que movem a ação (Mattelart), pois o que precisamos é re-valorizar o nosso próprio imaginário, pois se ver o mundo como vÃtima é despotencializar-se e renunciar ao protagonismo. “Reconhecer-se singular” é “dispor-se a introduzir uma diferença na vida coletiva e em sua rotina de infortúnios” (5) (Soares).
Isto feito, sem dúvida, de uma maneira aberta à globalização, sim, mas à globalização dos valores comunais, dos valores societais, aqueles que articulam Liberdade e Vinculação Social. Que respeite a Diferença da América Latina e do Caribe. E isto depende de nós.
Neste Simpósio vamos de várias maneiras nos fortalecer, nos revigorar em nossa singularidade, para sabermos melhor conduzir um diálogo cada vez mais respeitoso e mais resultados democráticos e sustentáveis, porque mais fraterno, Sul-Norte e Sul-Sul.
Então, caso você decida apresentar-nos uma proposta de artigo ou relato de experiência, por gentileza leia as seções Aspectos e Contexto deste site e clique aqui.
Seja bem vinda(o)!
Dr. Alex Blanch
PontifÃcia Universidad Catolica do Chile
Dr. Christian Hausser
Universidade de Talca-Chile
Dr. Evandro Vieira Ouriques
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Dra. Sandra Korman
PontifÃcia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Notas
1 OURIQUES, Evandro Vieira. Território Mental: o Nó Górdio da Democracia. in Revista Democracia Viva, IBASE, Rio de Janeiro. Nº 46. maio de 2009. http://bit.ly/aUMLaU
2 KLIKSBERG, Bernardo. As armadilhas da pobreza. Entrevista a Denise Ribeiro. Carta Capital. 07.05.2010. São Paulo, Brasil.
3 MELO, José Marques de. Comunicación Multicultural en Ãberoamérica: história contextual y teoria comparada. CONFIBERCOM/ALAIC/SOCICOM/INTERCOM e Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação. 2010. http://bit.ly/
4 http://bit.ly/aXNzlJ
5 http://unicrio.org.br/?p=699
6 SOARES, Luiz Eduardo. Perdão e Reconciliação: considerações preliminares ou Para uma Filosofia PolÃtica do Perdão e da Reconciliação. s/id (trata-se de artigo que o autor gentilmente nos enviou no original). 2009.
Revisão dos Conceitos Desenvolvimento, Civilização, Progresso, Sustentabilidade;Â
Trabalho como Envolvimento Subjetivo-Objetivo com o Futuro;
Novas Cartografias Sustentáveis;
Formação do Professor e do Profissional de Comunicação;
Familia, escola, empresa e midia: construção de trajetórias;
Angústias Contemporâneas em Contextos de Desenvolvimento;
Violência Urbana e Rural e Reconstrução de Diálogo;
Cidades em transiçao: Planejamento urbano
Capital intangÃvel e direito de propriedade intelectual
Tolerância X Reconciliação;
Envolvimento dos Saberes;
Democracia, Sustentabilidade e Direito à Comunicação;
Direitos da Criança e do Adolescente;
Novos Arranjos Comunicativos e de Produção, inclusive Design de Produtos para População de Baixa Renda;
Utopias Contemporâneas: Estratégicas Visões Compartilhadas em Redes;
Saberes Comunicacionais, Organizacionais e Tecnológicos das Populações IndÃgenas e
Não-Ocidentais; bem como outros temas conexos.
PERGUNTAS DE INTERESSE
Sob qual perspectiva podemos identificar e estamos identificando os diferentes conhecimentos que movem as ações polÃticas, pedagógicas, mediáticas, cientÃficas, culturais e empreendedoras na América Latina e no Caribe a partir do conceito Desenvolvimento?
Como distinguir ou não o conhecimento cientÃfico do não-cientÃfico?; e o conhecimento das ciências básicas do das ciências humanas?
Como se distingue o conhecimento não-ocidental do ocidental?
Qual as configurações dos conhecimentos hÃbridos, sejam eles os não-cientÃficos que coincidem com os cientÃficos, e os não-ocidentais que coincidem com os ocidentais?
Quais contribuições trazem para a cidadania e a sustentabilidade na AL os sistemas cosmológicos, comunicacionais, pedagógicos e empreendedores de tradições ancestrais européias, indÃgenas, africanas e orientais?Â
Que tipos de relacionamento são possÃveis entre os diferentes conhecimentos? Como esses conhecimentos trabalham a causa que move cada sujeito e cada rede?
Como formar decisões compartilhadas e distinguÃ-las das impostas?
Quais os conhecimentos disponÃveis sobre Diálogo,
Não-violência, Mediação de Conflitos, Planejamento Participativo, Plano de Negócios Sustentáveis, Comunicação Compartilhada, Transformação de Atitude?Â
Como assegurar que a tradução e o trabalho inter e multicultural não se transforme numa versão “suavizada” de dominação?
Qual é o impacto de uma concepção educacional e empreendedora movida pela perspectiva deste Simpósio, capaz de enfrentar e superar a mais perigosa versão do pensamento marcado pelo regime de servidão: a constante ascensão do paradigma da apropriação/violência no interior do paradigma da regulação/não-violência?
Os economistas de fato mais avançados, como Ladislau Dowbor e Hazel Henderson, e lideranças também internacionais de ponta do pensamento prospectivo, como Rosa Alegria, reconhecem e trabalham a urgência da revisão crÃtica do conceito de Desenvolvimento e a criação de novos indicadores, de novos padrões de medida, como o IDH, o FIB-Felicidade Interna Bruta, etc, que são sinais concretos da urgência do que chamamos aqui de Envolvimento, no sentido também sustentado pelo Núcleo de Estudos do Imaginário da Universidade Federal de Recife, Pernambuco, Brasil.
O desafio da multiculturalidade é preservar valores fundamentais diante da pressão do que chega, de maneira a estabelecer uma base comum, portanto, da capacidade de envolver-se com, no caso da AL e do Caribe de envolver-se com ela mesma, fortalecendo internacionalmente alianças dedicadas por exemplo aos estudos ibero-americanos.
A experiência de envolvimento é a própria experiência de comunicação (AMARAL, 2006), ou seja, da comunicação como encontro (PERUZZOLO, 2006), da comunicação como rede, que, por sua vez, é a própria experiência do humano (WATZLAWICK, BEALVIN e JACKSON, 2002) e assim o resgate da experiência do polÃtico, uma vez que hoje a liberdade polÃtica precisa passar necessariamente pelo domÃnio do processo de formação da vontade (Mattelart), já que é justamente a vontade o lugar da captura pelo consumo, pelo reconhecimento pelo capital, fonte da aberrante e suicida concentração de renda e desintegração também das populações marginalizadas deste processo.
O envolvimento, portanto, é a restauração da experiência da linguagem, da lÃngua, do diálogo, das literaturas, da cultura, do empreendedorismo, do design sustentável, ou seja, da experiência positivante a que se referem, por exemplo, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Carta da Terra, na presente dinâmica das questões centro-periferia, global-local, inclusão-exclusão, e tantas outras relacionadas à s novas lógicas dos processos de globalização em curso, [que] vêm se constituindo como os problemas centrais da economia, da polÃtica e da cultura deste século XXI (Hollanda).
Trata-se então da urgência de avançar a construção e experimentação de conceitos que permitam a ação coordenada não-capturada. Nes Simpósio trabalhamos justamente a tensão presente no conceito Cidadania Sustentável, a tensão Desenvolvimento / Envolvimento, pois desenvolver tem significado na maior parte das vezes perder o envolvimento econômico, cultural, polÃtico, social e ecológico com as pessoas e com os ecossistemas numa violência estrutural (Galtung) que destrói a dignidade e a perspectiva do avanço da construção da Cidadania, aberta em várias experiências importantes hoje na AL. e no Caribe.
Perde-se assim o saber já acumulado pela Humanidade neste vasto continente cultural e com ele por exemplo o conhecimento dos sistemas tradicionais de organização colaborativa do social e também os de manejo que, ao contrário do que normalmente se pensa, podem conservar os ecossistemas naturais de forma mais efetiva do que os sistemas técnicos convencionais.
Por isto consideramos uma linha importante de encaminhamento desta questão o que diz Paul Taylor: Só se conseguirmos criar uma pedagogia que articule os saberes solares e nossos saberes lunares, ou seja, uma epistemologia de envolvimento [...]. Uma epistemologia transdisciplinar que integre nos saberes dominantes e cientÃficos nossos outros saberes de experiência, de intuição, e de emoção. A dialética polarizada entre objetividade/subjetividade, dedução/indução, inteligência/sensibilidade que a Universidade salvaguarda, e logo indiretamente, a reitoria e a escola, só pode exacerbar as forças de opressão. Como dizia Paulo Freire, existe uma pedagogia do coração, assim como da esperança, e os dois ampliam o conceito e a prática do diálogo libertador. [...] Que pedagogia, para que liberdade"?
Apenas assim são possÃveis mais redes, polÃticas públicas sociais e empreendimentos de pessoas fÃsicas, movimentos e organizações que fortaleçam a Cidadania Sustentável (Ouriques), sob a perspectiva geral dos sistemas auto-organizativos, uma vez que as contradições não se dão apenas nas relações sociais de produção mas estão nas próprias forças produtivas, que encaram de maneira instrumental a Natureza, aprofundando assim a insustentabilidade socioambiental.
É por isto que fazemos uma arqueologia do que tem movido o planejamento estratégico do polÃtico, do mediático, do histórico, do pedagógico, do econômico, do psico-social (Castoriadis), do privado, para que se possa de fato, ser hoje e para o futuro construÃdo hoje, mais e mais inovador (o que para nós é sinônimo de sustentável e de democrático) nas polÃticas públicas sociais, nas redes e nos empreendimentos.
Isto é feito sob a perspectiva transdisciplinar de múltiplas propostas, dentre elas a de Boaventura de Souza Santos no sentido da necessidade da construção de uma Ecologia de Saberes; de Edgard Morin de Paradigma da Complexidade; e de Evandro Vieira Ouriques no sentido da necessidade da ocupação crÃtica pelos sujeitos de seu próprio Território Mental, do fluxo de seus estados mentais (pensamentos, afetos e percepções), de maneira a que sejam capazes de construir uma Mente Sustentável, uma Mente Democrática, uma Mente Livre de fato porque em Vinculação Social e, assim, de superar de forma criativa e compartilhada o paradigma da apropriação/violência (conexo ao entendimento dominante do conceito Desenvolvimento e de seus conexos Civilização, Progresso e Crescimento) pelo vigor do paradigma da regulação/não-violência (portanto do Envolvimento Cósmico, Planetário, Afetivo, Cognitivo, PolÃtico e, assim, Histórico com o que se convencionou denominar de o Outro: seja este a Natureza, o Não-Ocidental, o supostamente Não-Desenvolvido e
Não-IncluÃdo). Aliás... IncluÃdo em quê?
Este Simpósio reflete de maneira teórico-operacional os desafios e perspectivas da América Latina e o Caribe, no atual momento de passagem da dependência para a interdependência.
Caso você, sob sua maneira única, sinta-se e entenda-se de certa forma como nós, por gentileza, seja bem vinda e bem vindo!
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Estimada e
Estimado Colega,
Ficamos felizes em compartilhar que receberemos até 30 de junho para este Simpósio, que tem como parceiros institucionais a ALAIC-Associação Latino-Americana de Investigadores de Comunicação e o NETCCON-Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência.ECO.UFRJ, Resumos (em português, espanhol ou inglês) de Artigos Acadêmicos e Artigos da Sociedade Civil sobre a questão, com até 200 palavras.
Portanto propostas podem ser encaminhadas tanto por acadêmicos e também por outros profissionais sem vinculação acadêmica, naturalmente com forte atuação na Sociedade.
Por gentileza, se o Resumo é de um Artigo em co-autoria cada autor precisará fazer a inscrição on line individualmente assinalando no item apropriado do formulário que trata-se de uma proposta em co-autoria.
Sendo o Resumo selecionado, será necessário encaminhar o Artigo completo (15 páginas no máximo, mais a bibliografia) até 31 de agosto.  Â
Ao selecionado caberá arcar com todas as suas despesas de transporte, hospedagem, seguro, permanência, etc., em Santiago, bem como se for professor universitário e outro profissional, com a taxa do Congresso de 80 US, e, se for estudante de Pós-graduação, com a taxa de 60 US.
Participantes do Simpósio que não apresentarão intervenções arcarão com a taxa de 30 US.
Ficamos honrados e felizes com sua parceria neste esforço pelo bem comum.
Clique aqui para fazer a inscrição.
Fraterna-mente,
A Coordenação do Simpósio
Prof. Alex Blanch
Professor Associado da Pontificia Universidad Católica de Chile
alexblanch_yahoo.es
Prof. Dr.
Christian Hausser
Professor do Instituto de Estudios Humanisticos Abate Molina, Universidad de Talca, Chile
chhausser_mac.com
Evandro Vieira Ouriques
Coordenador do NETCCON.UFRJ
Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência
evouriques_terra.com.br
Profa. Dra. Sandra Korman
Coordenadora de Graduação do Departamento de Comunicação Social da PontÃficia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Pesquisadora Associada do NETCCON.UFRJÂ
sandrakorman_uol.com.brÂ
Coordenador do NETCCON
Núcleo de Estudos
Transdisciplinares
de Comunicação e Consciência
Universidade Federal do
Rio de Janeiro
Dedica-se à constituição de uma
economia psico-polÃtica da
Comunicação com foco em
Gestão da Mente e Ação nos
Territórios. É Prêmio Best Scholar
2010 do Reputation Institute.
Transdisciplinar desde 84, é
Membro da INTERCOM-BR, do
FNPJ-BR, do Fórum de MÃdia
Livre-BR, da ALAIC, da ComPares-
Estudos Ibero-Eslavos e do Instituto
Cultural Brasil-Galiza; e ex-diretor
de Comunicação e Cultura
(2006/2010) do Núcleo de
Estudos do Futuro da PUC.SP.
Com a UNESCO, Intervozes e
LaPCom-Unb, elabora Indicadores
do Direito à Comunicação no BR.
Dentre suas publicações, o livro
Diálogo entre as Civilizações: a
Experiência Brasileira, ONU, 2003.
Professor Associado da
Escola de Design da
Pontificia Universidad
Católica de Chile
Estudou música, design
gráfico e design industrial em
Barcelona. Tem intensa atuação
em vários campos do design
(corporativo, industrial e
mobiliário, som, comunicação) e
realiza projetos de cooperação
internacional em vários paÃses
da América Latina. Foi Diretor
da Escola de Design da PUC
Chile e Vice-Diretor para Novos
Projetos e Relações
Internacionais da Escola Elisava
de Barcelona. É Professor
Associado da PUC Chile e
fundador, com
Laura Novik, da Blink Design,
que desenvolve projetos de
formação em empreendimento
para empresas criativas, e da
RaÃz Diseño, focada no fomento
ao desenvolvimento local
através de emprendimentos
criativos dentro na AL.
Prof. Dr. Christian Hausser
Professor do Instituto de
Estudios Humanisticos
Abate Molina,
Universidad de Talca, Chile
Historiador, estuda as dimensões
polÃtico-culturais do mundo
Ãbero-americano e o
pensamento na AL, desde o
siglo XVIII, interessado nos efeitos
deste pensamento para o mundo
atual, no quadro das relações entre
linguagem e polÃtica. É autor de
Auf Dem Weg Der Zivilisation:
Geschichte Und Konzepte
Gesellschaftlicher Entwicklung in
Brasilien (1808-1871)
(No Caminho da Civilização),
publicado pela Verlag , e que
recebeu o Prêmio Martin Behaim
2008. Neste livro investiga a
entrada e presença do conceito
"civilização" no Brasil, após sua
independência polÃtica, tornando-se
referência obrigatória para
interpretar o passado e o futuro do
paÃs. Esta investigação é feita
focando a população indÃgena, os
escravos e os imigrantes..
Coordenadora de Graduação
e docente do Programa de
Pós-Graduação do Dpto.
de Comunicação Social da
PontifÃcia Universidade
Católica do Rio de Janeiro,
Pesquisadora Associada do
NETCCON.UFRJ
korman_puc-rio.br
Com formação em Pedagogia,
Jornalismo e Psicologia pela
PUC-Rio, mestrado e doutorado
em Psicologia Social pela UFRJ,
tem produção cientÃfica e
pedagógica concentrada em:
inserção e desenvolvimento
profissionais e as singularidades
dos itinerários contemporâneos;
juventude, incertezas e
vulnerabilidades; projeto
profissional empreendedore visão
de futuro. Participou da
implantação e da coordenação
do Programa de Formação de
Empreendedores da PUC-Rio
e da criação e difusão do
CAEMP-Construção da Ambiência
Empreendedora: formação de
professores e multiplicadores,
em outras universidades da AL.
UNIVERSIDADE DE SANTIAGO DO CHILE
II CONGRESO CIENCIAS, TECNOLOGÃAS Y CULTURAS
Diálogo entre las disciplinas del conocimiento Â
Mirando al futuro de América Latina y el CaribeÂ
Simpósio
DO DESENVOLVIMENTO AO ENVOLVIMENTO
O Futuro das PolÃticas Públicas, das Redes e do Empreendedorismo Sustentáveis na
América Latina e Caribe
Como construir alternativas ao desenvolvimento e aprofundar experiências bem sucedidas
31 de Outubro a 01 de Novembro de 2010
SANTIAGO DO CHILE
Parcerias Institucionais