regressar à EH
Coleção: Ensaio
Tradutor: Óscar Valadares
Edição: e-book (1ª edição)
"A anarquia é a abolição do roubo e da opressão do homem polo homem, quer dizer, a abolição da propriedade individual e do governo; a anarquia é a destruição da miséria, da superstição e do ódio. Portanto, cada golpe desferido nas instituições da propriedade individual e do governo, é um passo rumo à anarquia, assim como cada mentira desvelada, cada parcela de atividade humana subtraída ao controlo da autoridade, cada esforço tendendo a elevar a consciência popular e a aumentar o espírito de solidariedade e de iniciativa, assim como a igualar as condições."
E-BOOK (PDF | 704 kb | 116 pág.)
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"Nunca ninguém deveria trabalhar. O trabalho é a génese de grande parte da miséria do mundo, é causa de muito do mal que acontece. Somos obrigados a viver sob o seu desígnio. Para acabar com o sofrimento, temos que parar de trabalhar. Isto não significa que tenhamos que desistir de fazer cousas. Mas sim provocar uma revolução jocosa, uma nova onda de vida baseada no divertimento. Por divertimento entenda-se festividade, criação facultativa, convívio. O divertimento não é passivo, é muito mais do que o jogo das crianças."
E-BOOK (PDF | 306 kb | 42 pág.)
P. Lafargue: O direito à preguiça
Grupo Krisis: Manifesto contra o trabalho
"Uma estranha loucura se apossou das classes operárias das nações onde reina a civilização capitalista. Esta loucura arrasta consigo misérias individuais e sociais que há dois séculos torturam a triste humanidade. Esta loucura é o amor ao trabalho, a paixão moribunda do trabalho, levado até ao esgotamento das forças vitais do indivíduo e da sua progenitora. Em vez de reagir contra esta aberração mental, os padres, os economistas, os moralistas sacrossantificaram o trabalho."
E-BOOK (PDF | 454 kb | 74 pág.)
Bob Black: A abolição do trabalho
Desde a comprovação de apenas uma eleição possível, utopia ou precipício (como noutra hora socialismo ou barbárie), Knabb desenvolve uma crítica em positivo dos sistemas de amordaçamento do mundo atual para logo, com base nos pressupostos da Internacional Situacionista, propor um reagimento contra a abolição da utopia.
E-BOOK (PDF | 924 kb | 192 pág.)
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Num mundo em que os média massivos encorajam uma socialidade da miséria ética, da concorrência e dos valores do trabalho após serem decretados o "fim das ideologias", a "nova ordem" ou "a vitória do capitalismo", o Grupo Krisis apresentou um manifesto que visa o resgate da radicalidade como discurso igualmente afastado dos neocon e das esquerdas comprazidas, do neoliberalismo selvagem e do capitalismo soviético.
E-BOOK (PDF | 877 kb | 104 pág.)
Após os acontecimentos que tiveram lugar no maio francês de 1968, Camatte, com o resto dos membros de Invariance começaram uma análise crítica das atividades da esquerda comunista, concluindo que "o invariável é a aspiração a ré-descobrir a perdida comunidade humana, e que isto não pode ser levado para a frente mediante o reestabelecimento do passado, mas apenas como pensamento de nova criação". Esta formulação levou-os ao rechaço total da teoria segundo a qual a consciência revolucionária, instrumentalizada por partidos e outras organizações, controlaria o desenvolvimento progressivo das forças produtivas, que tão fulcrais eram para Marx.
E-BOOK (PDF | 397 kb | 88 pág.)
Konrad Lorenz: Os oito pecados da civilização
Marcos analisa com cifras sete pontos -peças soltas- do mundo que habitamos: a concentração da riqueza e a distribuição da pobreza; a globalização da exploração da parte do capital; a migração, com as suas causas gerais e os problemas derivados; a mundialização financeira e da corrupção; a legitimidade da violência dos poderes ilegítimos; a megapolítica e a desagregação dos Estados como ferramentas de união e colaboração entre os indivíduos e as comunidades; e, finalmente, as bolsas de resistência e do que hoje o zapatismo deu em chamar a "digna raiva". Estas sete peças foram analisadas há anos, mas a sua atualidade é inquestionável. Eis o que nos move ao seu oferecimento aqui.
E-BOOK (PDF | 418 kb | 70 pág.)
Konrad Lorenz identifica neste tratado oito dos vícios envolvidos na civilização ocidental no ponto em que se topa: a superpopulação do planeta e as suas consequências habitacionais; a subsequente devastação do equilíbrio natural; a própria corrida selvagem da humanidade contra si; o enfraquecimento do que hoje se conhece já como inteligência e vida emocional; a degradação genética como resultado do infantilismo e da decadência estrutural; a ruptura desumanizadora com as tradições; a crescente receptividade à doutrinação através dos meios massivos, com os seus efeitos despersonalizadores; e, finalmente, a assunção da violência como modo de vida aqui exemplificado no armamento nuclear como ferramenta para pôr em andamento toda a capacidade destrutiva descrita acima.
E-BOOK (PDF | XXX kb | XX pág.)
Marcos: Sete peças soltas do quebra-cabeças mundial
Nesta compilação, Zerzan alguns dos males da nossa civilização compendia e assinala a domesticação social e a agricultura como origens visíveis da tendência à miséria que se observa na civilização ocidental. E em função disso, compila pola sua vez descrições
dos chamados povos primitivos com o intuito de oferecer uma visão da alternativa primitivista que permeia todo o seu pensamento.
E-BOOK (PDF | 707 kb | 96 pág.)