Portugal é a mais antiga nação da Europa e foi conhecido antigamente pelo nome de Lusitânia.
Tendo como referência a história de Portugal, a UNITED PHOTO PRESS lança o concurso internacional de 20 mil euros em prémios PORTUGAL 2010.
O concurso internacional PORTUGAL 2010 é aberto a todos os profissionais e amadores, nacionais e estrangeiros.
Integra fotografia, escrita criativa e pintura interligando as 3 áreas e várias categorias nos trabalhos apresentados.
Surge desta forma a fusão de vários temas em fotografia, video, escrita criativa e pintura que passam pela construção de uma contracultura na arte Portuguesa;
não exactamente no sentido radical de ruptura com a realidade social mas num sentido em que, precisamente, a partir dessa realidade mixada nas áreas, supostamente indiferente e perversamente domesticada, se afirma o olhar irónico, crítico ou redentor dos autores atravéz dos temas a concurso do PORTUGAL 2010, que tem como sub-tema Portugal no Mundo, alargando infinitamente a realização e produção dos trabalhos no exterior.
Os trabalhos selecionados serão apresentados em exposições nacionais e internacionais, finalizando o concurso com o livro PORTUGAL 2010.
© 2010 UNITED PHOTO PRESS - Associação internacional sem fins lucrativos, recruta voluntários para potenciar actividades na área da comunicação social,
desenvolve projectos promovendo as boas práticas éticas, culturais e ambientais, em áreas tão vastas como a fotografia e o fotojornalismo,
promovendo publicações literárias e acções comunitárias nacionais e internacionais. www.unitedphotopress.com
Conhecido antigamente pelo nome de Lusitânia, fez parte do Império Romano e foi posteriormente ocupado pelos Visigodos e mais tarde pelos Mouros. Independente desde 1139 (reconhecido pelo rei de Castela em 1143 e pelo Papa em 1179), Portugal é a mais antiga nação da Europa. A independência de Portugal seria assegurada dois séculos depois com a derrota dos castelhanos em Aljubarrota, em 1385, e colocada em causa na sequência de uma crise de sucessão, em 1580, que colocaria o Reino nas mãos dos Espanhóis (dinastia Filipina) sob a alçada de uma união política; seria por fim restaurada em 1640 e o trono entregue a D. João IV.
Avizinhando-se o final das conquistas terrestres aos Mouros, Portugal virou-se para o mar onde se tornou dominante; inspirados pelo infante D. Henrique, o Navegador, os seus navegadores descobriram caminhos marítimos para a América, África e para o Oriente; daí obteve grande supremacia económica, política e cultural nessa altura. No período de expansão, os Portugueses estabeleceram enclaves comerciais em lugares tão remotos como nas Molucas e na China, ao mesmo tempo que reclamavam para si o Brasil, situado no Novo Mundo, descoberto em 1500 por Pedro Álvares Cabral. Foi no Brasil que se refugiou a família real portuguesa quando os Franceses invadiram Portugal em 1807. O rei D. João VI regressaria a Portugal em 1821 e, no ano seguinte, o seu filho D. Pedro era proclamado imperador do Brasil independente.
Portugal foi uma monarquia até 1910, ano em que uma revolução em Lisboa obrigou o jovem rei D. Manuel a abdicar. Após vários anos de instabilidade política, com lutas de trabalhadores, tumultos, levantamentos, assassínios políticos e crises financeiras, o Exército assumiu o Poder, em 1926.
No entanto, o descontentamento civil alastrava tanto no continente como nas colónias, onde vários "movimentos de libertação" obrigaram Portugal a uma dispendiosa presença militar. Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola, o governo parecia determinado em continuar esta política. Com o seu livro Portugal e o Futuro, em que defendia a insustentabilidade de uma solução militar nas guerras do Ultramar, Spínola seria destituído, o que agravou o crescente mal-estar entre os jovens oficiais do Exército que no dia 25 Abril de 1974 desencadearam um golpe de estado que derrubaria o Governo, golpe de estado que ficou conhecido como o 25 de Abril, actualmente feriado nacional. Nos dois anos seguintes, o processo revolucionário foi vigiado e controlado pelo Movimento das Forças Armadas; não obstante, seria uma fase de grande instabilidade política, com seis governos provisórios, vários levantamentos com diferentes objectivos, a rápida liquidação do Império Colonial (consumada em 1975) e a progressiva neutralização das forças mais esquerdistas, até finalizar nas eleições de 1976.
Na actualidade é um dos membros da União Europeia (a sua adesão concretizou-se em 1986) e foi um dos 12 membros que integram a Zona Euro e cuja língua é uma das 20 línguas oficiais da União Europeia.
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