SOBERANIA
SOCIEDADE
IDENTIDADE
VERDADE
Nova Cruzada
CARTA DE COMPROMISSO DA NOVA CRUZADA
A Cruzada não é uma Revolta, mas sim uma luta consistente e determinada dos revoltados.
A Cruzada é uma luta pela reconquista dos valores e dos direitos.
A Cruzada não é a agitação social, nem sequer a sua promoção, é a mobilização das consciências e dos sentimentos, na afinidade do conceito maioritário da sociedade portuguesa.
A Cruzada visa a vitória de Portugal, do Portuguesismo, da Família e da Fé.
A Cruzada não é uma acção de grupos, de seitas, de partidos, de organizações, de instituições, mas de todos e de cada português, na defesa de Portugal, da sua Identidade, da sua Diferenciação, da sua Dignidade e dos seus Direitos como Nação.
A Cruzada tem como sede e reduto Fátima, pelo seu simbolismo milagroso e de Fé, onde o Líder espiritual veio depositar a Esperança e a Mensagem, que nos mobilizará para os desígnios que nos estão destinados.
A Cruzada é a motivação e mobilização, dos alheados, dos descontentes, dos desesperados, dos resignados, pela acção empenhada dos mais conscientes e determinados.
A Cruzada é a mobilização da Juventude Portuguesa, pela obrigação de lhes oferecer a melhor formação e pela sua consciencialização dos seus direitos e deveres, como forma de motivar a sua participação na construção do seu futuro.
A Cruzada é a recuperação do nobre sentido maternal das mulheres portuguesas e o enaltecimento dessa função maternal e do papel determinante e essencial na educação e formação.
A Cruzada é a comunhão do sentimento patriótico, com o sentido e postura de exigência, que associa todas as vontades e crenças, numa afinidade colectiva de Valores e de Direitos, que ditarão o verdadeiro movimento que fará ressuscitar a Alma do povo português e voltar a dar sentido a Portugal.
A Cruzada tem protagonistas e princípios, essa é a sua essência, a sua razão e a sua força:
- Todos os portugueses que sentem esse forte sentimento de paixão, pela sua Raiz que foi plantada num Território Sagrado e que não abdicam do considerar como seu e como seus únicos e exclusivos donos e gestores;
- Todos os portugueses que vivem e não abdicam de viver, numa sociedade cujo pilar dominante é a Família e o seu direito de prioridade na formação e educação dos portugueses, de acordo com os princípios e valores religiosos, que estão na sua origem e na sua tradição;
- Todos os portugueses que se honram e orgulham da sua História e querem viver orgulhosos da sua própria dignidade no presente e no futuro;
- Todos os portugueses que não abdicam da defesa dos Valores Eternos, que são a essência do equilíbrio social: o Respeito devido a cada um e ao próximo, a Honestidade, a Generosidade, a Solidariedade, a Lealdade, a Liberdade e a Verdade;
- Todos os portugueses que Acreditam que Portugal é eterno e que não se resignam a imposições de limitação da sua soberania como uma fatalidade, acreditando como uma Verdade, que tem sido negada, nas suas potencialidades territoriais, culturais e humanas;
- Todos os portugueses que se revejam na preferência nacional. Na defesa dos nossos produtos, da nossa cultura, do nosso ambiente e território, nos nossos direitos, nos nossos hábitos, costumes e tradições;
- Todos os portugueses que sentem o seu Portuguesismo, que é Patriotismo, Humanismo e Mundanismo. Uma diferenciação e distinção de um povo glorioso, que pela sua afirmação criará a riqueza indispensável, que fará renascer a sua motivação, o seu orgulho, a sua felicidade, também a amizade e o reconhecimento de todos os outros povos;
- Todos os portugueses que exigem que o Serviço Público e Político retome o seu verdadeiro significado de Servir a sociedade, com o objectivo do bem-estar dos portugueses;
-Todos os portugueses que reclamam o mérito e a qualidade no exercício do Serviço Público e Político e que não abdicam do direito de exigência da responsabilização pública de todos os que se disponibilizem para a função enobrecida do Serviço Público e da Governação;
- Todos os portugueses que rejeitam como objectivo exclusivo, o usufruto dos bens materiais, o materialismo como finalidade da vida humana e realçam o humanismo e a espiritualidade, como factores determinantes da realização pessoal e colectiva;
- Todos os portugueses que reconhecem Portugal em todo o seu sentido histórico e actual como uma Nação do Mundo e que rejeitam toda e qualquer outra subalternização deste sentido de Portugal, que está naturalmente identificado pela opção de muitos que vivem e trabalham fora do Território Pátrio;
- Todos os portugueses que acreditam na distinta diferenciação de Portugal e do Povo português e que só foi possível manter essa diferenciação justificadora de Nação, pelo reconhecimento colectivo, por vezes intuitivo, mas verdadeiro, de que temos hoje, tal como tivemos no passado, um desígnio a cumprir que nos enriquecerá e glorificará.
A Nova Cruzada não é um movimento político, nem social, ou religioso. É a expressão de uma luta colectiva que unirá a maioria da sociedade portuguesa, com o objectivo da Libertação dos Portugueses e de Portugal:
- Uma mobilização colectiva contra a Mentira e a Manipulação;
- Uma mobilização colectiva contra o laicismo militante e a sua consequente descaracterização da sociedade portuguesa;
- Uma mobilização colectiva contra a corrupção e os compadrios;
- Uma mobilização colectiva contra os privilégios pessoais e partidários, que conduziram a uma inaceitável diferenciação da distribuição do rendimento nacional e a uma Oligarquia partidária onde os direitos são sonegados, espartilhados, em que se nega o surgimento de novas ideias e novas forças partidárias e se inibe a responsabilização política;
- Uma mobilização colectiva contra todos os aspectos que afrontam a nossa afinidade comum, numa atitude de firmeza e empenhamento permanente, de participação cívica;
- Uma mobilização colectiva de informação e testemunho pessoal ou associativo, capaz de mobilizar toda a sociedade e a ela levar a Esperança que carece para se impor na sua vontade;
- Uma mobilização colectiva contra a mediocridade da classe dirigente e um apelo constante e permanente à afirmação pública da qualidade ao serviço de Portugal e da sociedade portuguesa;
- Uma mobilização colectiva contra os espartilhos e condicionamentos da liberdade de expressão e em prol do sentido crítico, pois estas por vezes subtis formas de neutralização, representam as mais graves limitações actuais dos direitos e liberdades dos portugueses e formas de preservar os erros e as irresponsabilidades;
- Uma mobilização colectiva pelas mudanças urgentes do Ensino Público obsoleto, pela exigência dos princípios prioritários do rigor, da exigência e da motivação. Da Justiça, que terá de ser independente e célere e pela simplificação legal. Da despesa corrente do Estado e do sentido do rigor dos Serviços públicos. Do sistema eleitoral, pela liberalização das candidaturas, pela eliminação do oligopólio partidário e pela responsabilização dos eleitos;
- Uma mobilização colectiva pelos direitos regionais a um desenvolvimento harmonioso e contra a desertificação ambiental e social;
- Uma mobilização colectiva pelo direito à segurança de pessoas e bens;
- Uma mobilização colectiva na defesa da igualdade de oportunidades e no enaltecimento do mérito individual;
- Uma mobilização colectiva na defesa do património nacional, do ambiente e dos recursos;
- Uma mobilização colectiva na aproximação dos portugueses e na sua mobilização para projectos nacionais. No aprofundamento dos laços culturais, económicos e sociais com os povos lusófonos.
A Nova Cruzada é assim a luta, que teremos de fazer em muitos e diversos campos de batalha, sob a bandeira comum de restaurar Portugal e o seu sentido como Nação do Mundo.
A Nova Cruzada é a libertação de Portugal, pela Verdade, pelo sentimento comum, pela razão que justifica a Nação, pela comunhão de todas as nossas afinidades e pela crença de que temos uma importante missão a desempenhar hoje e no futuro.
Serão lutas diárias, a que se associarão um vasto e diversificado conjunto de organizações e organismos cívicos, culturais e religiosos, que conduzirão à vitória esta Cruzada de salvação e libertação de Portugal.
Os libertados, empenhados na Restauração de Portugal e do seu profundo sentido histórico e cultural, disponibilizam-se para a Nova Cruzada e exortam todos os patriotas a unirem-se nesta luta de que se orgulharão os nossos filhos, os nossos netos e os seus descendentes.
FORUM
Portugal precisa de voltar a libertar o sentimento patriótico e
a racionalidade dos portugueses.
EM CONSTRUÇÃO, SEREMOS BREVES
OBJECTIVOS DA NOVA CRUZADA
ESCRITA EM DIA D' "OS LIBERTADOS"
A LÍNGUA PORTUGUESA
Por Pedro Teles
Este grupo que se quis chamar "Nova Cruzada" é constituído por Homens-bons que querem o bem a Portugal e aos portugueses enaltecendo o que de bom há, promovendo debates e levar essa mensagem ao maior número de portugueses que andam desacreditados, ou até mesmos anestesiados, e fazer renascer neles o espírito português mostrando que há soluções e que o nosso futuro está em cada um de nós como indivíduo, nas nossas acções e não nas dos "outros", promovendo produtos portugueses rompendo com os bloqueios económicos impostos, porém para isto não basta um pequeno grupo, mas basta um pequeno país.
É uma tentativa de responsabilizarmo-nos e não de responsabilizar os "outros" pelo actual estado em que o país se encontra pois, Portugal é para os portugueses responsáveis, brancos, pretos, católicos, ateus, das várias ideologias políticas, etc., que tenham um ponto comum, a identidade que Portugal oferece quem nele vive ou nele se reconhece.
A RAIZ DE PORTUGAL
Por José J. Lima Monteiro Andrade
Portugal é um território onde foi plantada uma forte raiz.
Ventos gelados e as mais diversas intempéries,
Têm definhado o brotar da mais bela planta do mundo,
Uma forte raiz a quem se nega, o surgimento da arvore florida.
Muitos de nós nunca viram essa maravilhosa flor,
Nunca sentiram o seu perfume, nunca puderam apreciar a sua beleza.
Muitos outros já não a recordam, já dela não falam a seus filhos.
Quem pode ter paixão pelo que se esquece ou pelo que nunca sentiu?
Esta é a terrível arma do esquecimento, que impede a nossa paixão.
Uma violação da natureza, um pecado capital.
Traição dos insensíveis á beleza, ao sentimento, renegados sem coração.
Que renegam a si próprios a essência humana e obrigam outros a essa condição.
Traição ao humanismo, ao heroísmo dos antepassados e ao futuro dos seus filhos.
Vis traidores que apenas olham para seu umbigo asqueroso.
Ignorantes e pequenos, tão senhores do seu egoísmo, esqueceram-se de pensar.
A raiz é secular, é profunda e forte, foi plantada num solo sagrado.
Tão forte que bastará uma pequena clareira de sol aberto, para que o seu vigor volte de novo.
Esse dia de Primavera chegará breve, bastará seu anúncio pelos que têm essa lembrança.
O povo está saturado do vento frio, das tormentas e anseia pelo sol e ar puro.
Nesse dia todos jubilarão de alegria a ver a árvore a crescer e a ramificar.
O espanto daqueles que nunca a tinham visto, será transformado em sentimento,
Os que dela estavam esquecidos, reconhecerão a verdade dos convictos apaixonados.
Fugirão para longe para sempre desterrados os apátridas sem valor, nem sentimento.
A flor mais bela do Mundo, estará livre para se mostrar.
A Alma do povo ressuscitada, motivará de novo o orgulho, a honra e a glória.
Portugal voltará a afirmar-se no Mundo com todo o seu esplendor.
Porque os portugueses voltaram a ver, a sentir e a exprimir, a sua condição e a sua paixão.
Por Olave Bilac
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: «Meu filho!»
E em que Camões chorou, no exílio amargo
O génio sem ventura e o amor sem brilho!
Filmes
"Um país mais pobre"
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SOBERANIA NACIONAL
O sentido de Portugal Independente e Nação do mundo, é expresso pelo primado da soberania do povo português sobre o território nacional, sobre o seu património e sobre os deveres e direitos dos portugueses e da sociedade portuguesa.
A Nova Cruzada é antes de mais uma luta da sociedade civil por este direito de soberania nacional.
Soberanistas, porque não abdicamos deste direito que a história nos legou e não reconhecemos limitações, cedências, abdicações ou partilhas de soberania nacional, que não tenham sido objecto de decisão inequívoca e expressa da maioria do povo português.
Devolver Portugal aos portugueses, é hoje uma expressão com todo o sentido e uma essencial mensagem de luta cívica e política, que se traduz na primeira motivação dos Libertados para a Nova Cruzada.
Portugal país ancestral com futuro, é uma Nação do mundo e exclusivamente dos portugueses.
SOCIEDADE PORTUGUESA
Sociedade secular de origem e essência cristã, que tem na Família a sua base e consistência, tem sofrido ataques permanentes com o objectivo de subverterem os seus princípios e valores.
Os valores da sociedade portuguesa têm sido demasiado ofendidos, numa campanha de descaracterização e subversão, através de uma limitação inaceitável da capacidade de intervenção da sociedade na defesa dos seus direitos.
A função do Estado não pode ser a de se substituir, muito menos impor-se, há determinante função de cada família. O Estado deve responder às ansiedades e necessidades das famílias na sua prioritária função social.
Recuperar a liberdade das famílias portuguesas para o exercício da sua função social é hoje uma luta essencial.
A sociedade portuguesa está inibida por inúmeras obstruções de natureza política e legal, por influência de ideologias materialistas, de preservar os seus valores, princípios e direitos.
A Nova Cruzada assume como prioridade, lutar pelo equilíbrio da sociedade portuguesa, apelando à participação cívica e política de todos os portugueses.
A IDENTIDADE PORTUGUESA
O português é distinto e diferente.
Uma História gloriosa, uma Cultura diversificada e riquíssima, uma forma impar de relacionamento com outros povos e outras culturas, constituem uma riqueza infinita e transmitem a todos os que desta riqueza estão conscientes, um sentimento imparável de orgulho.
O orgulho na Identidade portuguesa, é o estímulo determinante para o projecto nacional que nos assegurará o futuro.
A Identidade do povo português, a sua qualidade humana, a sua riqueza
cultural, associada ao sentimento patriótico comum, representa uma enorme
potencialidade desprezada e terá de passar a ser assumida como uma
prioridade nacional.
A valorização de todos os factores, cultura, tradição, costumes, território,
património, que identificam os portugueses e estimulam o seu orgulho próprio, fazem parte da essência da luta da sociedade portuguesa que a Nova
Cruzada representa.
Unir na Identidade e no sentimento Patriótico.
Unificados pelo nosso orgulho próprio, pelo arrojo e pelos desígnios, voltaremos a dar sentido a Portugal e a garantir a felicidade de nossos filhos.
A Verdade é a matriz de todos os conceitos e princípios que garantem a
governação de uma sociedade e determinam a sua evolução e desenvolvimento.
A cultura da Verdade é o conceito mais ancestral dos primórdios da sociedade
portuguesa.
As tribos da Lusitânia expulsavam e até condenavam á morte os seus membros que faltavam à Verdade.
A liberdade de um povo, o rigor e a ética exigível no serviço público e na
acção política, são princípios cuja garantia dependerá sempre de uma cultura
social de exigência da Verdade.
A actual decadência da sociedade portuguesa tem como dominante razão o
desrespeito permanente pela Verdade.
A cultura da exigência e da verdade representa a mais premente conquista a
obter pela sociedade portuguesa.
Só através de uma postura social de exigência perante os políticos e
servidores públicos e de uma exigência permanente pela Verdade, voltaremos a reencontrar o verdadeiro sentido de Portugal.
HERÁLDICA - ESTANDARTE DA NOVA CRUZADA
No desenho do estandarte da Nova Cruzada, foram utilizados vários símbolos justapostos, todos eles de grande significado para os portugueses, e que espelham bem os desígnios assumidos pelo movimento dos Libertados e da Nova Cruzada que agora se levantam, e que têm como fim último a restituição de Portugal aos Portugueses.
Explicação do significado de cada um dos símbolos que somados exprimem todo o simbolismo já apenso à Carta de Compromisso dos Libertados para a Nova Cruzada:
- Em posição de fundo, encontramos uma Cruz Pátea, Templária, da digníssima Ordem Militar dos Cavaleiros Pobres do Templo de Salomão, Cavaleiros de Cristo, que desde a primeira hora estiveram ao lado do primeiro Rei de Portugal e que de modo tão decisivo contribuíram para a fundação da Nação Portuguesa, na guerra de reconquista e combate ao expansionismo islâmico. Esta Ordem religiosa militar foi a precursora da Ordem de Cristo determinante na Gesta Marítima Portuguesa. O modelo adoptado contém proporções com valores de grande significado místico, que não vem agora à liça descrever, mas que serão perceptíveis para quem dedica atenção a tais assuntos;
- sobre a Cruz Pátea está aposto o Escudo Nacional, de fundo arredondado escudo de formato tipo português e não tipo francês como o utilizado na última Monarquia que terminava em bico, porém com os escudetes laterais virados para o centro, como sempre estiveram presentes no brasão armorial português até ao reinado de Dom João II. Este nosso rei, terá colocado estes escudetes na posição vertical por entender, erradamente, que por estarem derribados poderia ser heraldicamente considerado sinal de bastardia. O retorno destes escudetes à sua posição original, representa o assumir da sua correcta posição que deriva da cruz azul em fundo branco utilizada no escudo de Dom Afonso Henriques, o Fundador da nossa Grande Nação Portuguesa;
- a encimar o Escudo está uma Corôa, similar à do tempo do nosso rei Dom João III, aberta e constituída por folhas de plantas que crescem em direcção ao sol. Esta Corôa representa a SOBERANIA do Povo Português sobre o seu Território e as suas Gentes, valores que a Nova Cruzada considera inalienáveis e como tal se assume como soberanista. De notar que esta Corôa é substancialmente diferente da utilizada pela última Monarquia e pelo que não a representa, posto que a Nova Cruzada é um movimento, de e para todos os Portugueses que se revêem na Carta de Compromisso e na qual este símbolo se retrata em toda a sua linha;
- com origem no centro do conjunto da Cruz, do Escudo e da Corôa, emergem os Raios d'O Espírito Santo que representam a entrega da Nova Cruzada a Deus, a Cristo e ao Espírito Santo, bem como à Santa Igreja de tão grande tradição e que intrinsecamente é parte do Povo Português. Os Raios em número de trinta e seis e distribuídos simetricamente, são projectados em direcção a;
- um Quadrado de cor azul celeste que limita o estandarte e que representa a estratégia da Nova Cruzada.
"A liberdade só existe quando todos os nossos actos concordam com todo o nosso pensamento"
Agostinho da Silva